A autoestima do concurseiro é constantemente tensionada por um sistema que mede valor por desempenho objetivo e comparativo. Diferente de outras trajetórias profissionais, o estudo para concurso é solitário, prolongado e marcado por incerteza temporal. Isso faz com que a identidade da pessoa fique excessivamente vinculada ao resultado: aprovação ou reprovação.
Quando a autoestima é saudável, o candidato consegue separar desempenho de valor pessoal: ele entende que errar questões, reprovar ou demorar mais do que o esperado não define sua inteligência ou capacidade global.
Já quando a autoestima é frágil, cada resultado negativo é interpretado como prova de inadequação, gerando autocrítica excessiva, comparação destrutiva e sensação de estagnação.
No nosso divã falaremos sobre os pilares e como transformar a emoção da autoestima em algo sólido. Vamos? Aguardo vocês!
No Divã com Juliana Gebrim | Passos para melhorar a sua autoestima
03/03, às 18h30 no canal do YouTube
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