Carreiras

Concurso Polícia Civil PR: anunciado edital para diversos cargos! VEJA!

Concurso Polícia Civil PR contará com vagas para Delegado, Investigador e Papiloscopista!

Grande novidade para os concursandos que aguardam o certame da Polícia Civil do Estado do Paraná (concurso Polícia Civil PR). Em coletiva de imprensa, o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, anunciou a realização de diversos concursos no Estado, dentre eles, o novo concurso PC PR para provimento de vagas nas carreiras de Delegado de Polícia, Investigador e Papiloscopista.

Navegue pela matéria utilizando o índice abaixo:

Concurso Polícia Civil PR: remuneração e benefícios

Confira nas tabelas abaixo os valores iniciais e finais das carreiras da Polícia Civil PR:

Concurso Polícia Civil PR: remuneração da carreira de Investigador

Concurso Polícia Civil PR: remuneração da carreira de Investigador

 

Concurso Polícia Civil PR: remuneração de escrivão e papiloscopista

Concurso Polícia Civil PR: remuneração das carreiras de Escrivão e Papiloscopista

 

Concurso Polícia Civil PR: remuneração da carreira de Delegado

Concurso Polícia Civil PR: remuneração da carreira de Delegado

Concurso Polícia Civil PR: requisitos

Investigador 

Os principais requisitos para o cargo de Investigador são:

  • Possuir diploma, devidamente registrado, de conclusão em qualquer curso de graduação de nível superior, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC ou certidão que comprove ter o candidato colado grau e, neste caso, com a comprovação de estar sendo providenciado o registro do diploma, na forma da lei;
  • Possuir Carteira Nacional de Habilitação na categoria B ou superior.

Papiloscopista

Os principais requisitos para o cargo de Papiloscopista são:

  • Possuir diploma, devidamente registrado, de conclusão em qualquer curso de graduação de nível superior, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC ou certidão que comprove ter o candidato colado grau e, neste caso, com a comprovação de estar sendo providenciado o registro do diploma, na forma da lei;
  • Possuir Carteira Nacional de Habilitação na categoria B ou superior.

Delegado

Os principais requisitos para o cargo de Delegado são:

  • Possuir diploma, devidamente registrado, de conclusão em curso de graduação de nível superior em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC ou certidão que comprove ter o candidato colado grau e, neste caso, com a comprovação de estar sendo providenciado o registro do diploma, na forma da lei;
  • Possuir Carteira Nacional de Habilitação na categoria B.

Escrivão

Os principais requisitos para o cargo de Escrivão são:

  • Possuir diploma, devidamente registrado, de conclusão em qualquer curso de graduação de nível superior, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC ou certidão que comprove ter o candidato colado grau e, neste caso, com a comprovação de estar sendo providenciado o registro do diploma, na forma da lei;
  • Ter no mínimo, 21 anos de idade e
  • Possuir Carteira Nacional de Habilitação na categoria B ou superior.

Concurso Polícia Civil PR: atribuições

Investigador

I – cumprir, prontamente, com urbanidade e atenção, as ordens superiores;

II – proceder a qualquer serviço de natureza policial ou de segurança, de dia ou de noite, esteja ou não designado, desde que verifique a necessidade de fazê-lo em prol do sossego público, da garantia de vida ou da propriedade do cidadão, a preservação das instituições ou dos bens públicos, do respeito à lei e observância das normas regulamentares;

III – realizar qualquer serviço de natureza policial ou de segurança, a qualquer hora do dia ou da noite, esteja ou não designado, quando instado a faze-lo pelo superior imediato ou autoridade policial a que se subordina, por seus agentes ou quando solicitado por qualquer cidadão;

IV – comunicar à autoridade policial a que estiver subordinado, qualquer fato grave ou potencialmente lesivo ou que demande investigação, chegados ao seu conhecimento;

V – prender ou fazer prender delinquentes contra os quais houver mandado de prisão ou em flagrante delito, providenciando, neste caso, o acompanhamento de testemunhas;

VI – comparecer a serviço de plantão, rondas, guarda e vigilância de unidades policiais, segurança de pessoas e outros para os quais tenha sido escalado;

VII – zelar pela integridade física e moral, e guarda de presos provisórios, recolhidos nos setores de carceragem das unidades policiais civis, enquanto interessarem à investigação
policial;

VIII – tomar providências sobre qualquer fato que lhe chegar ao conhecimento, de interesse do serviço policial, mesmo que se trate de assunto estranho às atribuições da unidade a que
pertence;

IX- manter-se em estado permanente de vigilância na prevenção de crimes, contravenções ou atos anti-sociais que possam provocar insatisfações individuais ou coletivas e pôr em
perigo o patrimônio público ou privado;

X – não abandonar o posto ou missão, sem ordem superior e até a chegada de substituto;

XI – cooperar, demonstrando espírito de colaboração, com as autoridades policiais e seus agentes auxiliares, em todas as investigações para a descoberta de crimes e seus autores,
empenhando o máximo esforço para o completo êxito das diligências;

XII – colocar o superior imediato a par de diligência, investigações ou fatos de interesse policial, com objetividade, clareza, franqueza e lealdade;

XIII – estar sempre vigilante, em qualquer lugar onde se encontre, observando indivíduos suspeitos ou conhecidos como prejudiciais à tranquilidade pública;

XIV – participar do esquema de segurança da unidade policial, na vigilância externa e interna da edificação, concorrendo para a conservação das instalações e equipamentos de
trabalho;

XV – participar de policiamento velado das vias públicas e dos centros de diversões para prevenir delitos e contravenções e reprimir atos anti-sociais perturbadores da normalidade
comunitária e ordem pública;

XVI – apoiar a outros colegas, quando percebida necessidade ou sempre que atender às conveniências de oportunidade;

XVII – coletar informes e informações sobre atividades e fatos de natureza policial e de segurança, transmitindo-os à autoridade policial a que se subordina;

XVIII – assumir encargos complementares de motoristas e carcereiros quando as circunstâncias ou ordens superiores o determinar;

XIX – usar a arma individual ou outras armas e equipamentos à sua disposição somente em situação de estado de necessidade, em legítima defesa, ou no estrito cumprimento do dever
legal ou no exercício regular de direito;

XX – lavrar autos de resistência;

XXI – zelar pela conservação dos bens materiais sob sua responsabilidade direta ou indireta, cuidando para que haja uso correto e manutenção permanente, especialmente de
armas, veículos e todos implementos utilizados em serviço;

XII – chefiar a superintendência, seções, grupos e equipes de serviço de plantão, quando designado, desenvolvendo investigações, participando de diligências policiais ou integrando
equipes de rondas ou policiamento velado;

XXIII – cumprir, a qualquer hora, as determinações da autoridade policial;

XXIV – informar a autoridade policial, através de relatório, sobre a conclusão das diligências investigatórias que lhe forem incumbidas;

XXV – manter-se atualizado quanto aos dados estatísticos da região, relativos a incidência criminal e aos infratores da norma penal;

XXVI – proceder às investigações necessárias para a averiguação da vida pregressa dos infratores da lei, de acordo com o que dispõe a legislação vigente;

XXVII – comunicar imediata e expressamente à autoridade policial titular da unidade a que serve toda e qualquer irregularidade de conduta cometida por servidor sob suas ordens;

XXVIII – guardar o máximo sigilo e não divulgar quaisquer fatos vinculados a atividades de polícia e segurança;

XXIX – inspecionar as viaturas alocadas à Unidade Policial, verificando suas condições de funcionamento e uso, comunicando qualquer avaria ou desvio de finalidade na sua utilização;

XXX – assegurar a perfeita manutenção dos veículos a serviço da unidade, no que concerne à limpeza geral, abastecimento e troca sistemática de lubrificantes;

XXXI – conduzir-se com sobriedade nas ações policiais ou quando em serviço na unidade policial, mantendo idêntico comportamento nas folgas do serviço;

XXXII – tratar o público com urbanidade e cortesia, com firmeza e serenidade, só empregando força física quando indispensável e na justa medida da necessidade;

XXXIII – observar todas as normas regulamentares sobre deveres e disciplina;

XXXIV – atender as convocações de autoridade ou unidades com a máxima presteza;

XXXV – desempenhar tarefas ou missões afins.

Papiloscopista

I – efetuar a coleta de impressões digitais nos postos e seções de identificação;

II – colher as impressões das linhas papilares das extremidades digitais das mãos de todas as pessoas interessadas na aquisição de documentos;

III – colher impressões datiloscópicas de vítimas em locais de acidentes e de cadáveres no Instituto Médico Legal;

IV – tomar as impressões digitais palmares e plantares quando necessário para qualquer trabalho técnico policial;

V – tomar as impressões digitais de pessoas presas ou detidas, qualquer que seja o motivo, por determinação de autoridade competente, mediante guia ou requisição;

VI – controlar em prontuários apropriados o registro geral, as passagens criminais e o respectivo qualificativo das pessoas identificadas;

VII – elaborar estatística mensal da movimentação do serviço criminal;

VIII – determinar as fundamentais e os subtipos das impressões digitais, para fins de identificação pessoal, através do sistema “Juan Vucetich”: ARCO, PRESILHA INTERNA, PRESILHA EXTERNA e VERTICILO;

IX – detectar os pontos característicos: anastomose, encarne, ilhota, laguna, confluência, ponto, numeral, eme, forquilha, agulha, arpão, emboque, desvio, bicúspide, cortada, encerro, ponta de linha, bifurcação, tridente e empalme;

X – contar as linhas de Galton e proceder a classificação déltica;

XI – determinar as anomalias congênitas e acidentais: anquilose, sindactilia, polidactilia, microdactilia, macrodactilia, adactilia e ectrodactilia;

XII – montagem das individuais datiloscópicas, classificando e codificando as planilhas decadatilares, quanto aos seus qualificativos, arquivar através dos datilogramas com separação de fórmulas;

XIII – proceder pesquisa monodactilar, decadatilar e onomástica;

XIV – proceder confronto individual datiloscópico, para identificação de pessoas e cadáveres;

XV – identificar cadáveres vítimas de acidentes e outros, expedindo laudos para cada identificado;

XVI – emitir parecer técnico para instruir autos dos poderes judiciais, órgãos congêneres e Delegacias de Polícia, mediante solicitação;

XVII – prestar assistência na Capital e interior do Estado, quando solicitado, para fiscalizar concursos públicos e vestibulares no que se refere à autenticidade e veracidade das carteiras de identidade;

XVIII – emitir parecer técnico sobre a identificação individual, elaborar laudos de identificação e confrontos datiloscópicos;

XIX – comparecer a locais de crimes e de acidentes para identificação de vítimas;

XX – organizar e controlar todos os serviços pertencentes ao monodatilar;

XXI – classificar, pesquisar e comparar impressões digitais plantares e palmares no vivo e no morto, civil e criminalmente;

XXII – preparar, examinar, arquivar e manter atualizadas as fichas datiloscópicas civis e criminais;

XXIII – efetuar, independentemente, quando solicitado por autoridade policial ou judicial, levantamento de fragmentos datiloscópicos em local de crime com finalidade de identificar o autor;

XXIV – organizar e manter atualizados álbuns de fotografias e fitas de vídeo-arquivo de indiciados e suspeitos da prática de infrações penais;

XXV – realizar perícias datiloscópicas e necrodatiloscópicas e elaborar os respectivos laudos;

XXVI – efetuar trabalhos fotográficos necessários à execução das perícias datiloscópicas e nocrodatiloscópicas;

XXVII – prestar assessoramento técnico-científico ao Diretor do Instituto de Identificação;

XXVIII – o desempenho de outras atividades correlatas.

Delegado

I – As responsabilidades fundamentais constantes do Artigo 43 da Lei nº 6.636 de 29 de novembro de 1974; **

II – As responsabilidades e atribuições constantes do Artigo 33 do Regulamento da Secretaria de Estado da Segurança Pública, Decreto No. 3.700 de 25 de julho de 1977; ***

III – Coordenar, dirigir e orientar o serviço de polícia no Estado, cumprindo e fazendo cumprir o presente Regulamento e as determinações do Secretário de Estado da Segurança Pública;

IV – Promover o desenvolvimento funcional dos integrantes da Polícia Civil e sua integração aos seus objetivos operacionais;

V – Incumbir qualquer autoridade policial e demais servidores para o desempenho de missões, respeitado o princípio hierárquico;

VI – Aprovar as escalas de férias dos servidores da Polícia Civil, conforme as disposições legais;

VII – Participar do Conselho da Polícia Civil como presidente e, do Conselho Superior de Polícia como membro, bem como compor como membro ou substituir o Secretário de Estado da Segurança Pública no Conselho Diretor da FUNRESPOL;

VIII – Promover a apuração das infrações funcionais na forma estatutária;

IX – Propor ao Secretário de Estado da Segurança Pública, o provimento ou substituição de cargos em comissão;

X – Expedir normas em instruções regulamentares e ordens para o perfeito funcionamento das unidades da Polícia Civil;

XI – Decidir recursos na área de Polícia Administrativa;

XII – Determinar ou autorizar a realização de diligência ou a execução de serviços pertinentes à função policial, fora do Estado;

XIII – Movimentar, de acordo com a conveniência do serviço e da legislação em vigor, o pessoal administrativo e policial em exercício na Polícia Civil, respeitado o princípio hierárquico;

XIV – Representar a Polícia Civil nas suas relações com as instituições públicas e particulares;

XV – Desempenhar outras tarefas compatíveis com a posição e por determinação superior.

Escrivão

I – Cumprir e fazer cumprir as ordens, despachos ou determinações emanadas do Delegado de Polícia Titular da Unidade Policial ou da que preside o procedimento investigatório;

II – Dirigir e fiscalizar os trabalhos cartorários, da Corregedoria, Delegacias Especializadas, Distritos Policiais e demais Delegacias de Polícia;

III – Lavrar e subscrever os autos e termos adotados na mecânica processual, sob a orientação do Delegado de Polícia;

IV – Fiscalizar a continuidade dos processos ou inquéritos distribuídos, providenciando a sua normalidade seqüencial;

V – Expedir certidões a requerimento das partes, firmadas por Delegado de Polícia e após despacho autorizatório deste;

VI – Fornecer certidões verbum ad verbum de pessoas processuais quando deferidas pelo Delegado de Polícia;

VII – Proceder, quando determinado, a todos os termos de natureza processual bem como autos de prisão em flagrante, apreensão, depósito, acareação, reconhecimento, qualificação, interrogatório; colheita de material gráfico; termos de declaração, fiança, compromisso, representação; expedir mandados de intimação, busca e apreensão e demais autos e termos processuais; subscrevendo-os quando formalizados por auxiliares;

VIII – Subscrever os termos de recebimento, juntada, conclusão, remessa, vista, abertura de volume e encerramento de volume;

IX – Proceder ou mandar proceder a todo serviço de expediente e estatístico, atinente à unidade (Cartório);

X – Auxiliar às correições procedidas, prestando as informações solicitadas;

XI – Lavrar os termos de abertura e encerramento dos livros do Cartório e outros adotados oficialmente;

XII – Levantar, mensalmente, os mapas de movimento do Cartório e mais dados estatísticos referentes, remetendo-os a quem de direito;

XIII – Providenciar o recolhimento do depósito e multas e do valor das taxas pertinentes;

XIV – Comunicar ao Delegado de Polícia competente a devolução de processos ou autos baixados em diligência, informando habitualmente, das demoras verificadas;

XV – Providenciar a extração de cópias de documentos cartorários, para os fins solicitados ou requeridos;

XVI – Acautelar objetos e valores vinculados a procedimentos investigatórios ou de ausentes;

XVII – Providenciar e encaminhar objetos a outros órgãos policiais e da Justiça, quando determinado expressamente por Delegado de Polícia competente;

XVIII – Expedir convites de comparecimento e intimações, a partes, e requisição de servidores, a fim de serem ouvidos, devidamente firmados por Delegado de Polícia competente;
XIX – Encaminhar vítimas para exames de corpo de delito, com guias subscritas pelo Delegado de Polícia;

XX – Solicitar exames periciais, assentamentos, profissionais, laudos e demais peças para instrução de inquérito ou processo, quando formalmente determinado pelo Delegado de Polícia;

XXI – Acompanhar o Delegado de Polícia, à inquirição de vítimas, indiciados, acusados e testemunhas onde seja requerida a sua presença;

XXII – Assistir às autoridades policiais nos trabalhos especializados do cartório;

XXIII – Exercer todos os deveres profissionais inerentes ao cargo e a função específica;

XXIV – Removido ou classificado em outra unidade policial, deverá entregar o cartório, com os arquivos, livros e autos sob sua responsabilidade em perfeita ordem, devendo lavrar o auto de entrega que será registrado no livro próprio (inventário).

Concurso Polícia Civil PR para Delegado já está autorizado

A autorização para realização do concurso para Delegado foi concedida com unanimidade de votos na sessão ordinária do Conselho da corporação, que aconteceu no último dia 27 de novembro. O processo para dar andamento ao certame será encaminhado à Secretaria de Estado de Segurança Pública.

Com o processo iniciado, será formada a comissão interna que vai cuidar do projeto básico da seleção e da escolha da banca organizadora. Após a escolha da banca, o edital terá seus últimos ajustes realizados e será publicado.

Concurso PC PR

Autorização do concurso PC PR para Delegado

Concurso Polícia Civil PR para investigador aguarda apenas autorização

A Corporação aguarda autorização para novo concurso com provimento de vagas para o cargo de Investigador na 5ª classe, fase inicial.

Segundo uma deliberação apresentada pelo Conselho da Polícia Civil, uma proposta de abertura de novo certame foi feita para ocupar os 766 cargos de Investigador que atualmente estão vagos na corporação.

Na época, a aprovação do Conselho foi dada em votação unânime e encaminhada para a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária.

A Equipe de Comunicação do Gran Cursos Online está em contato com a Assessoria de Imprensa da Polícia Civil em busca de mais informações sobre o novo edital. Assim que obtivermos resposta, esta matéria será atualizada.

Concurso Polícia Civil PR: protocolo do concurso tem nova movimentação

O pedido de concurso da Polícia Civil do Paraná teve nova movimentação em 10 de maio. O processo encontra-se agora no Grupo de Recursos Humanos Setorial. Confira abaixo:

Concurso Polícia Civil PR tem nova movimentação

Concurso Polícia Civil PR tem nova movimentação

Concurso Polícia Civil PR: solicitação

Confira abaixo a deliberação encaminhada pelo Conselho da Polícia Civil do Paraná.

Deliberação feita pela PC PR

Deliberação que aprova abertura de novas vagas

 

Último concurso Polícia Civil PR: Investigador de Polícia

O último concurso para Investigador ofertado pela Polícia Civil do Paraná foi realizado em 2009. O certame abriu 381 vagas para o cargo de Investigador com vencimento básico de R$ 1.955,92. Atualmente, o cargo tem uma remuneração inicial de R$ 5.478,49 em uma jornada de trabalho de 40 horas semanais.

O certame de 2009 também abriu 90 vagas para Escrivão e 29 para Papiloscopista.

Etapas do edital para Investigador

1ª e 2ª fases – Prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos

No concurso Polícia Civil PR, foram aplicadas provas de conhecimento gerais e específicos, com 50 questões objetivas de múltipla escolha e de caráter eliminatório e classificatório. A avaliação exigiu conhecimentos nos conteúdos programáticos de:

  • Língua Portuguesa,
  • Economia e Demografia Paranaense,
  • Noções de Informática,
  • Raciocínio Lógico,
  • Noções do Estatuto da Polícia Civil,
  • Noções de Direito Penal,
  • Noções de Direito Constitucional,
  • Noções de Direito Administrativo,
  • Noções de Direito Processual Penal e
  • Noções de Legislação Específica.

3ª fase – Exame De Higidez Física

Foram convocados para o Exame de Higidez Física os candidatos aprovados e classificados na primeira e segunda fase (prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos) do concurso Polícia Civil PR. Sendo 343 para ampla concorrência e 38 para os candidatos autodeclarados afrodescendentes. Esta fase foi eliminatória.

O candidato deveria levar, por conta própria, os seguintes exames:

  • Hemograma completo,
  • Hepatite C e
  • Glicemia em jejum.

Além do mais, o candidato deveria apresentar um atestado médico devidamente assinado (com CRM), no qual deveria estar declarada a inexistência de deformidades estruturais, anomalias morfológicas ou enfermidades que o incompatibilizem com o exercício da função, bem como ateste este documento médico, plenas condições de realização da prova de aptidão física.

4ª fase  – Exame De Aptidão Física

A Prova de Aptidão Física constou dos seguintes testes:

  • Corrida de Segmento,
  • Flexão Abdominal,
  • Salto em Extensão,
  • Impulsão Vertical,
  • Escalada (rede de abordagem) e
  • Corrida Aeróbica.

5ª fase – Exame De Investigação De Conduta

Os candidatos considerados aptos no Exame de Aptidão Física tiveram que entregar pessoalmente, ou enviar pelo Correio, uma serie de documentos que estão no item 15 do edital de abertura.

Último concurso PC PR Delegado

O último concurso para a corporação na carreira de Delegado aconteceu em 2013, foi organizado pela Cops/UEL e ofertou 26 vagas. A remuneração inicial é de R$ 13.831, podendo chegar a mais de R$21 mil ao longo da carreira.

A carga horária é de 40 horas semanais e a remuneração inicial é de R$ 13.831,10, além de gratificações, ajuda de custo, salário família e auxílio médico-hospitalar.

Etapas do certame

O concurso possui estrutura regulamenta por lei e determina que os candidatos devem realizar seis fases para ingressar na corporação, sendo elas:

  • 1 – Prova preambular de conhecimentos gerais;
  • 2 – Prova de conhecimento específico;
  • 3 – Avaliação de títulos;
  • 4 – Exame de investigação de conduta;
  • 5 – Exame de rigidez física;
  • 6 – Exame de aptidão física.

A prova objetiva foi composta de 100 questões divididas em quatro grupos e, caíram dez questões de cada disciplina citada nos grupos abaixo.

Grupo 1:

  • Língua Portuguesa,
  • Raciocínio Lógico e
  • Noções de Informática;

Grupo 2:

  • Direito Civil,
  • Legislação Estadual,
  • Medicina Legal:

Grupo 3

  • Direito Administrativo e
  • Direito Constitucional;

Grupo 4:

  • Direito Penal e
  • Direito Processual Penal.

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Detalhes do concurso Polícia Civil PR:

Concurso Polícia Civil do Estado do Paraná (concurso Polícia Civil PR)
Banca organizadora A definir
Cargos Delegado, Papiloscopista e Investigador
Escolaridade Nível superior
Número de vagas 766 vagas (previstas) e 400 (anunciadas)
Remuneração Inicial de até R$ 13,8 mil
Situação Anunciado
Link do último edital Investigador – 2009

Delegado – 2013 

Escrivão – 2018 

Edital Papiloscopista – Delegado – Investigador – Escrivão – 2007

 

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