Depois de uma derrota, o concurseiro costuma entrar numa fase de choque e questionamento. Vem a sensação de injustiça (“fui bem e mesmo assim não deu”), seguida de autocrítica excessiva ou, no extremo oposto, negação (“a prova foi atípica, não conta”).
É um período emocionalmente instável, em que a energia oscila entre raiva, frustração e cansaço mental. Muitos pensam em desistir não por falta de capacidade, mas porque a derrota atinge a identidade: o estudo deixa de ser só um projeto e passa a parecer um erro de escolha.
Superado esse impacto inicial, surge a fase decisiva, em que o concurseiro escolhe entre repetir padrões ou evoluir. Aqui aparecem duas rotas claras: alguns voltam ao estudo automático, tentando compensar a dor com volume, enquanto outros fazem a leitura correta da derrota , analisam lacunas, ajustam estratégia, aceitam limites e redefinem expectativas.
É nessa etapa que a derrota deixa de ser um fim simbólico e vira dado técnico. Quem consegue atravessar essa fase com lucidez não estuda mais para “provar algo”, mas para resolver um problema concreto: e isso costuma marcar a virada real no percurso.
Vamos para mais um divã e analisar fase por fase? Venha!
No Divã com Juliana Gebrim | As 5 fases que você passará após uma derrota
10/02, às 18h30 no canal do YouTube
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