Coluna Prestes a Passar: Vida de Estudante

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14/08/2016 | 20:49 Atualizado há 2186 dias

Coluna Presentes a Passar vdeblogDia 11 de agosto foi comemorado o dia do estudante e do advogado. Mesclando o objetivo, tivemos, também, o dia do estudante de Direito. Quanta luta, não é, amigo? É data de valorização do conhecimento e do crescimento pessoal. A data de 11 de agosto é comemorada porque nesse dia foram criados os primeiros cursos de nível superior no Brasil. Você sabia? Principalmente os de ciências jurídicas e das ciências sociais.
Foi no ano de 1827, por um Decreto de D. Pedro I, pois antes disso, para cursar nível superior tinha que ir à Europa. E isso era somente para filhos de famílias abastadas. Essa é a mesma data da criação da UNE, em 1937.
Ser estudante é buscar conhecimento diariamente, esforçar-se para aprender e apreender. Sucesso profissional vem depois de muita dedicação. A realização financeira, nesta estrada, vem após longo período de dedicação.
Advogados, Magistrados, Promotores, Procuradores, Delegados, enfim, todos os praticantes do Direito, são estudantes eternos. O estudo diário é rotina na vida dessas pessoas.
Na vida do ser humano, que nasce, cresce, reproduz e morre, cabem muito os verbos “estuda” e “trabalha”. É bem verdade que nem sempre todos podem ter esse honroso privilégio. Mas vários exemplos de sacrifício mostram que pessoas no âmago da humildade e precariedade chegaram à plenitude de formação e foram além.
Desde a infância, a criança aprende a importância da absorção de conhecimento, umas até vivem nesse ambiente desde os dois anos de idade. Trata-se de época de desenvolvimento dos principais traços da personalidade da pessoa: a infância estudantil.
Após longa caminhada, chega à Universidade. Áureos tempos. Há aqueles que não veem a hora do curso superior terminar. Confesso que tenho saudades dessa época, apesar das dificuldades e incertezas. Lógico que o ponto de interrogação convive com o estudante universitário. Você que está para se formar ou se formou sente ou sentiu essa indecisão? Chegou a pensar em desistir? Afinal são cinco anos, em que os semestres demoram a passar.
Mas, ao final da Faculdade de Direito, como diferencial de várias outras, tem o temido Exame de Ordem. Na realidade, ele não é um bicho de 7 cabeças, mas apenas mais uma barreira. Afinal, você teve inúmeras provas e avaliações na Faculdade, não teve?
Uma vez, uma aluna me disse: “Professor, temos diversas provas durante os 5 anos, trabalhos, resumos, seminários, estágios, TCC etc e ainda temos que provar, ao final dessa estrada de estudante de Direito, que temos aptidão, tendo que fazer o Exame de Ordem? Não é injusto? ”.
E eu, com bastante cautela para não causar tormento a ela, disse: “Doutora, trata-se de mais uma etapa dessa longa jornada de 5 anos. É a prova final do curso, pense assim! São todas as matérias e você precisa demonstrar que sabe metade na primeira prova e 60% na segunda. Não deve encarar como se fosse um martírio, mas como se fosse mais um Exame. A maneira que se vê o Exame de Ordem faz toda a diferença na aprovação e na vida de estudante”.
Ela sorriu e disse: “Verdade! Dar mais importância do que se tem, leva à ansiedade desnecessária. É importante, sem dúvida, mas não pode ser encarado como um calvário, pois não é!”
Tive a nítida impressão que havia tirado o elefante das costas dela. No Brasil são três exames por ano. Em conversa recente com meu amigo Giuseppe Ludovico, Catedrático Professor de Direito do Trabalho e da Seguridade Social, na Universidade Pública de Milão, Itália, ele disse que o Exame dos Advogados italianos ocorre somente uma vez por ano, sendo que não há prova objetiva de múltipla escolha, mas sim prova de questões subjetivas de penal e civil, além de realização de 5 peças obrigatórias para todos em penal, civil, administrativo, constitucional e trabalho.
Puxa, que vida de estudante complexa que existe na Itália! Lá, disse ele, apenas com a Faculdade e o Exame de Ordem, não há nenhum trabalho para esses jovens. Há fila de formados e ordenados em portas de escritórios esperando uma possibilidade. Quando conseguem emprego, ganham menos que profissões sem qualificação específica.
Outros optam pela vida acadêmica, fazendo especialização, mestrado e doutorado e, mesmo depois dessa longa vida de estudante, podem ficar sem ter vaga para serem professores em Universidades italianas (públicas ou privadas).
Aqui no Brasil, a vida de estudante ainda é diferente. Formado e ordenado na OAB, bem ou mal, sempre há espaço em escritórios de advocacia. Estudando sempre e qualificando-se sempre, as oportunidades vão aparecendo. Basta demonstrar capacidade técnica. Lá na Itália, nem mesmo assim.
No Brasil, ser mestre e doutor é ter reais oportunidades de aulas em Universidades. Não conheço nem mestre ou doutor, mormente em Direito, que queira ministrar aulas e não consegue. Há sempre oferta, pois o MEC tem exigido contratações desses profissionais nos quadros docentes.
Vida de estudante não fácil. Estudantes fomos, somos e seremos sempre. Eu, vocês e todos nós.
O estudante Fernando Marques, em qual é o seu legado, resumiu bem cinco erros que não se pode cometer na sagrada vida de estudante. Preste atenção, amigo estudante para o Exame de Ordem.
O primeiro erro fatal ao estudar é não organizar seu planejamento de estudos. Este pode ser um erro bobo, mas em média 87% dos alunos que começam a estudar simplesmente estudam quando querem, como querem e sem um planejamento adequado as suas reais necessidades. Isso acaba gerando falta de produtividade aliada a baixa qualidade de aprendizagem. Se você não sabe para onde está indo qualquer lugar serve já dizia a frase. E é exatamente assim que acontece na vida de estudante de quem não sabe claramente o que fazer, porque fazer e nem como fazer. Por este motivo que você deve evitar este primeiro erro de não ter um planejamento sobre suas ações de estudo. Não cometa este erro e evite dor de cabeça e perder tempo, desta maneira você pode ir direto as práticas de estudo que realmente fazem sentido.
O segundo erro é querer carregar água com as mãos, ou seja, tentar fazer tudo ao mesmo tempo. É o que chamo de efeito multitarefa. Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto de Psiquiatria de Londres tentar fazer tudo ao mesmo tempo diminui a produtividade em até 40% e baixa o QI em até 10 pontos. É uma péssima estratégia para os estudos. As meninas estudantes são conhecidas pelas suas habilidades de fazerem várias coisas ao mesmo tempo, porém durante os estudos isto deve der reconsiderado. Não existe garantias absolutas de que isto funcione na prática para matérias pontuais. O ideal é que através do seu planejamento de estudos você concentre seu foco nas matérias que realmente fazem sentido no momento que foi proposto estuda-las.
O terceiro erro fatal é deixar tudo para última hora ou então, a palavrinha mais conhecida como procrastinação nos estudos. Este é um dos erros mais graves na vida de estudante, e também é um dos mais comuns. Normalmente o aluno começa a jornada até a aprovação motivado. Porém durante o percurso ele vai precisar lidar com alguns obstáculos como:

  • Dividir a atenção dos estudos com o namorado (a)
  • Dividir a atenção dos estudos com seu hobby preferido
  • Amigos chamando para sair a todo instante
  • Acompanhar o seriado favorito
  • Abrir mão de finais de semana para estudar

Estes são apenas alguns dos desafios que vão surgir, e é aqui que muitos estudantes acabam travando no tempo. Muitas escolhas não condizem com uma vida de estudante organizada e as atitudes tomadas são movidas por impulsos. Na prática o estudo fica em segundo plano, e quando não existe uma organização dos estudos e bem-estar efetiva isso gera impacto direto na qualidade de aprendizagem do estudante. O ato de deixar para depois vai te colocar diante da seguinte expressão: “Você prefere um bombom agora, ou dois bombons daqui a meia hora?” Reflita e pense sobre esta pergunta. A escolha para evitar esse erro é somente sua.
O quarto erro que os alunos cometem durante a vida de estudante é relacionado sobre o impacto causado pela ansiedade nos estudos. O erro acontece diante de situações externas (as que não conseguimos controlar). Basicamente a ansiedade é causada pelo pensamento estagnado no futuro. Normalmente o estudante não consegue manter o foco no presente e sofre antecipadamente imaginando acontecimentos que podem ser:

  • Será que vou passar de primeira na OAB?
  • Está chegando o dia da prova e agora?
  • E se eu reprovar será que desisto ou continuo tentando
  • E se, e se, e se…

E se é a palavrinha mais pensada ou mencionada pelos estudantes que sofrem de ansiedade nos estudos. O erro nesta etapa é justamente não tentar aprender a lidar com este desafio. Na prática acontece o efeito contrário. A pessoa que está estudando acha que pode dar conta de tudo sozinho, que consegue estudar e controlar as suas emoções sem procurar ajuda ou conselhos de pessoas mais experientes (de estudantes que viverão estas mesmas emoções) durante os estudos. E muitos acabam seguindo a sua jornada entre, minutos de foco, horas de ansiedade e dias de pouca produtividade nos estudos, no final das contas a qualidade fica abaixo do que se espera. E para estes candidatos à OAB o caminho é um pouco triste. Portanto, evite cometer este erro, se sentir que você possui algum problema com ansiedade nos estudos, procure resolver este problema o mais rápido possível.
O quinto erro é não blindar a sua autoconfiança, durante a vida de estudante muitas pessoas vão tentar fazer com que você desista. Vão tentar direcionar você para o caminho da desistência, vão dizer que é difícil, que talvez isso não seja para você. É nesse momento que você não deve permitir que os problemas e opiniões externas sejam maiores que os seus sonhos. Infelizmente muitos estudantes nessa fase são influenciados no meio do percurso e acabam desistindo a partir da primeira reprovação. Só que a regra é clara na vida de estudante. “Quando desistir deixa de ser uma opção o sucesso é inevitável” Por este motivo que você não deve permitir que abalem a sua autoconfiança. Nada pode ser maior do que você, evite esse erro e não permita que estas pessoas tomem a direção da sua vida.
E, se você é daqueles estudantes que gostam do perigo, tomando medicamentos para ampliar sua capacidade de absorção, com remédios como Ritalina e outros, cuidados com os perigos que isso pode causar. Afinal, sinônimo de vida de estudante é vida saudável.
Esses remédios que estimulam a concentração, diminuem o cansaço e aumentam o foco estão fazendo absurdamente parte da vida de estudantes. É o que constatou a pesquisa do Instituto de Medicina Social da UERJ, em 2014, onde foi constatado que o consumo de medicamentos de metilfenidato aumentou em 775% durante dez anos.
Tratam-se de fármacos que agem no nível cerebral, que são indicados para pessoas com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), distúrbio ou transtorno psiquiátrico popularmente conhecido como ” DDA – Déficit de Atenção”, explica o Dr. Daniel de Sousa Filho, médico psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein.
Esses remédios são utilizados basicamente para auxiliar na concentração de pacientes com o transtorno. Leonardo Mello, aluno do Stoodi, descobriu em 2016 o motivo de suas dificuldades no estudo: foi diagnosticado com o TDAH.
Ele explica que entendia as matérias, absorvia os conceitos, só não conseguia utilizar o que já havia aprendido no momento certo – no seu caso, durante o vestibular. Desta forma, ele decidiu começar o tratamento com prescrição, avaliação e acompanhamento médico.
“Parece bom, mas não é!”, alerta o professor. Os medicamentos como a Ritalina® e Concerta® são remédios compostos por metilfenidato, da família das anfetaminas. “Esse tipo de composto tem um mecanismo de ação semelhante ao da cocaína (!!) no nosso organismo, levando a crises de abstinência”, explica Rafael Lomazi, do Stoodi.
“Portanto pessoal, o melhor remédio para melhora do seu desempenho se chama saúde!”, conclui o prof. Rafael. A alimentação saudável, o período adequado para dormir e a prática de atividades físicas é o mais recomendado para enfrentar o sono e o cansaço.
Então, a vida de estudante não pode cair nessas armadilhas de vida fácil. Estudo rápido, absorção “power”. Lembre-se de que seu corpo tem limites. Obedeça-os! Forçar a barra com químicas dopantes é mal sinal. Você pode entrar num caminho de difícil retorno. Escolha a porta mais estreita, pois ela é a de melhor retorno, apesar da dificuldade de transpassa-la. Alguém muito Especial para a humanidade já nos ensinou isso, lembra Dele?
Existem frases que marcam uma vida de um estudante, isso é certo. Desde Steve Jobs a Confúcio existe um bocado de tudo, o importante é reter e melhorar a tua vida acadêmica através delas.
“Não existem alunos maus, existem professores maus.” –Karatê Kid 4
“O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.” – Albert Einstein
“A imaginação é mais importante que o conhecimento.” – Albert Einstein
“O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo.” –  Winston Churchill
“Estou sempre disposto a aprender, mas nem sempre gosto que me ensinem.” – Winston Churchill
“Ninguém pode voltar no tempo e fazer um novo começo. Mas podemos começar agora e fazer um novo fim!” – Chico Xavier
“Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.” – Fernando Pessoa
“Viver não é necessário. Necessário é criar.” – Fernando Pessoa
“A persistência é o menor caminho do êxito.” – Charles Chaplin
“A alegria evita mil males e prolonga a vida.” – Charles Chaplin
“O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós.” – Clarice Lispector
“A inteligência é a insolência educada.” – Aristóteles
“A vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal.” – Machado de Assis
“Se queres prever o futuro, estuda o passado.” –  Confúcio
“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente.” – Mário Quintana
A estudante Nathalia Bustamante, do Estudar Fora, nos presentou, depois desse longo fichário de frases históricas acima que inserimos a vocês, com técnicas de futuro de tecnologia para os estudos inteligentes. Vejam:
“O símbolo de “celulares desligados” dentro de sala de aula tornou-se obsoleto. Atualmente, não há mais como separar os estudantes de seus smartphones – conectados dia e noite, pesquisando, conversando e se divertindo através da pequena tela. Mas quem disse que tecnologia e educação devem ser mantidos separados?
Ao combinar novos recursos tecnológicos com conteúdo educacional, é possível acelerar o aprendizado e promover métodos inovadores de reter informação. Mais que isso, apoio aos estudos é apenas uma das possibilidades que o estudante pode explorar – aplicativos também podem ajudá-lo a ter uma rotina mais saudável e organizada.
Confira abaixo os melhores recursos (e os melhores aplicativos para cada um) que os estudantes podem aproveitar no seu smartphone:
1) Gravação de Aulas
Há apenas alguns anos, estudantes passavam boa parte das aulas e palestras anotando furiosamente em seus cadernos, a fim de não perder nenhuma informação vital. Com a tecnologia, é possível gravá-las para ouvir novamente quando bem entenderem, sem necessidade de equipamentos especiais. Além dos apps padrão dos smartphones, outras alternativas gratuitas trazem alguns recursos a mais. O SoundNote (iOS) é o mais popular para os usuários de iPad, funcionando como um bloco de notas e gravador de voz; o Voice Recorder (Android) permite subir a gravação para a nuvem do Google Drive. Já o ShareBoard (IOS) é perfeito para capturar de qualquer ângulo o que está escrito no quadro ou projetado na tela. Outros apps populares são o Lecture Capture (iOS), o Notes Plus (iOS) e o Audio Memos Free – The Voice Recorder (iOS).
2) Estudo e Revisão
A tecnologia parece ter alcançado o que nenhum estudante imaginou que seria possível: tornar a revisão divertida. Para Android, há opções como o ExamTime, que oferece a possibilidade de criar mapas mentais, flash cards, anotações, tabelas e quizzes em uma interface colorida e divertida. Outras boas escolhas são o Revision App (iOS), que cobre todos os níveis de estudo, e o Exam Countdown (iOS), que faz uma contagem regressiva para os exames.
Quem gosta de flash cards vai curtir o StudyBlue – um aplicativo que usa informações do curso e apresenta uma seleção de cards para revisão, sendo que usuários também podem criar seus próprios cartões.
3) Preparação para exames
Também há aplicativos que visam preparar os estudantes para exames específicos, como o vestibular, ENEM, GMAT, SAT e GRE. BenchPrep foi o pioneiro na preparação para o ACT, utilizando funcionalidades de rede social e permitindo interação entre os usuários – ele é pago, mas é possível utilizar a versão de demonstração gratuita. Já o Play2Prep explora o conteúdo do SAT e do ACT e é recomendado a candidatos que buscam aprendizado interativo. Além dos métodos tradicionais de questões parecidas com as do teste oficial e um banco de dados de vocabulários, o app oferece simulados completos e uma versão “game” do simulado.
Para estudantes brasileiros, o App Prova traz mais de 9 mil testes de diversas matérias para que o estudante teste seus conhecimentos. O Geekie Games é um app habilitado pelo MEC que auxilia estudantes a se prepararem para a prova do ENEM.
Para quem está se preparando para o GMAT, o GMAT Timer é excelente para treinar e reduzir o tempo dedicado a cada seção do exame. O Veritas Prep GMAT Practice Quiz oferece simulados de todos os modelos de questão, oferecendo também um diagnóstico gratuito do desempenho. Veja aqui outros aplicativos para estudar para o GMAT.
4) Planejamento dos estudos
Organização é a chave para uma vida universitária saudável e produtiva, e os aplicativos não apenas ajudam a economizar papel como também enviam alertas diretamente no celular. Um app popular é o Timetable (Android), que tem uma interface clean e permite aos usuários manejar sua grade de horários com facilidade. Para um estilo mais próximo da tradicional tabela, opções são o My Class Schedule (Android) or Class Timetable (iOS).
Já o Studious organiza os horários de aulas, prazos de trabalhos e conteúdos para serem estudados. Outra vantagem é que o aplicativo cria lembretes sobre suas tarefas para que você não perca nenhum prazo.
5) Ajuda com bibliografia e formatação
Todos que já passaram horas compilando páginas e páginas de bibliografia vão se sentir realizados com este aplicativo. EasyBib é um app extremamente útil para criar referências acadêmicas: é só escanear o código de barras ou digitar o nome do livro. Já que a padronização da referência varia de escola para escola, o EasyBib oferece diversos modelos padrão. O RefME é outra opção com as mesmas funcionalidades.
Para quem está ralando para encontrar referências, o Scribd é uma plataforma virtual que reúne milhares de livros digitais. Como é acessado por pessoas de todo o mundo, é possível encontrar livros raros, artigos manuscritos e muitos outros documentos interessantes. Também é possível selecionar seus artigos favoritos e fazer upload de outros, criando uma biblioteca pessoal que pode ser acessada de qualquer lugar.
O iTunes U, por fim, permite acessar conteúdos das mais conceituadas universidades, como Yale, MIT, Oxford e Cambridge. As videoaulas disponíveis auxiliarão no aprendizado, além de contribuir para novas ideias.”
Por fim, queremos dizer e revelar que o maior desespero do estudante de Direito é o horror e temor do esquecimento, em face das obrigações e atividades acadêmicas e da OAB. Para responder a ele, somente o forte estudo mesmo, com organização e método.
A primeira tarefa de um estudante de Direito, mesmo os já formados, é fazer uma reflexão sobre a própria vida de estudo. A pergunta que deve ser feita a si mesmo é: qual é o meu jeito pessoal de estudar? A resposta não precisa ser imediata, mas a reflexão inicial deve levar o estudante a experimentar o estudo. A reflexão e a experimentação revelarão ao estudante qual é o seu jeito de estudar e qual é o seu ritmo pessoal.

O mundo do conhecimento jurídico brasileiro atual tem, cada vez mais, empurrado o estudante para um turbilhão de informações, exigindo dele cargas excessivas de adrenalina para estar em dia com tudo o que se refere ao Direito. É transmitido ao estudante a impressão de que tem que se ajustar imediatamente à velocidade, ao estudo exaustivo, à competição. Coloca-se o estudante como soldado em um campo de batalha.

Em seus quartos, os estudantes mais “fracos” nesse cenário estarrecedor, choram e se desesperam. Querem desistir. Alguns desistem. Desistem principalmente aqueles que querem adotar um ritmo que não é o seu. Enquanto outros fingem ter nascido sabendo tudo. Todavia, quem passou em primeiro lugar em um concurso não é, necessariamente, o mais capaz. Apenas respondeu corretamente a mais questões. E sempre tem alguém para louvar como natural uma qualidade conquistada.
Não há segredo: Existe na vitória 10% de inspiração e 90% de transpiração e Onde houver 1% de possibilidade, haverá 100% de dedicação. Essas receitas sempre funcionaram para mim. Podem servir para você também, nessa nossa vida de estudante.
Deixo a você, prezado estudante de qualquer idade, os tocados ensinamentos dessa linda canção. Para refletirmos juntos.
Coração de Estudante
Composição: Milton Nascimento e Wagner Tiso
“Quero falar de uma coisa
Adivinha onde ela anda
Deve estar dentro do peito
Ou caminha pelo ar
Pode estar aqui do lado
Bem mais perto que pensamos
A folha da juventude
É o nome certo desse amor
Já podaram seus momentos
Desviaram seu destino
Seu sorriso de menino
Quantas vezes se escondeu
Mas renova-se a esperança
Nova aurora a cada dia
E há que se cuidar do broto
Pra que a vida nos dê
Flor, flor e fruto
Coração de estudante
Há que se cuidar da vida
Há que se cuidar do mundo
Tomar conta da amizade
Alegria e muito sonho
Espalhados no caminho
Verdes, planta e sentimento
Folhas, coração
Juventude e fé”

Forte abraço.
Até a semana que vem!

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Marcelo Borsio 
Delegado da Polícia Federal. Possui graduação em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, é mestre e doutor em Direito Previdenciário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Pós-Doutor em Direito da Seguridade Social pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista em Direito Tributário pela PUC-SP. Autor de algumas obras no tema, inclusive com o Prof° Luiz Flávio Gomes, palestrante pelo país, professor e coordenador de Pós-Graduação de Direito Previdenciário e da Prática Previdenciária. Coordenador Pedagógico do Projeto Exame de Ordem.
 

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