”Eu envergo, mas não quebro” – o concurso público, o hábito e a resiliência!

Wellington Antunes


13 de Agosto de 2015 2 min. de leitura

Concurso

Artigo especial motivacional: ”Eu envergo, mas não quebro”

Seja forte e corajoso. (Josué 1.6)

“Eu quero passar em um concurso – eu já ouvi essa frase algumas milhares de vezes nesses últimos 12 anos, nos quais, diariamente, tenho convivido no mundo dos concursos públicos.

Eu mesmo a pronunciei, nos idos de 2002, quando ingressei nessa trilha rumo a um cargo público.

A questão é que entre o querer e o realizar há um caminho a ser percorrido. E esse caminho, em especial, no início não é tão fácil o quanto pensamos.

Quando decidimos estudar, inicialmente, estabelecemos metas bem ousadas, principalmente quanto a longas horas diárias de estudo.

Contudo, em grande parte dos casos, tenho visto que essa ânsia inicial não vai muito longe. E um dos principais motivos é: para que consigamos estudar de forma consistente e diária, temos que adquirir o que, comumente, chamamos de “ritmo de estudo”.

Mas como poderemos alcançar esse ritmo de estudo? Para isso, é fundamental colocar em prática a seguinte “palavrinha”: hábito.

Segundo o Dicionário Aurélio, hábito é a “disposição duradoura adquirida pela repetição frequente de um ato, uso, costume”

Perceba. Para adquirirmos ritmo de estudo, precisamos iniciar, repetir, persistir.

Não adianta colocar na planilha de estudo que você vai estudar 10 horas por dia. Comece com uma quantidade menor e vá aumentando.

Diz o ditado popular que “a prática leva à perfeição”. Podemos dizer, também que “a prática decorrente da repetição frequente te levará ao ritmo de estudo”.

Para que esse processo seja duradouro, ou seja, para que consigamos persistir até assinarmos nosso termo de posse (essa tem que ser sua meta), precisamos saber lidar com as tensões, com as frustrações que são inerentes nessa jornada.

Nesse contexto, é fundamental conhecermos e aplicarmos a resiliência.

A resiliência pode ser definida, segundo o Aurélio, como a “propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica”.

De forma menos técnica, poderíamos dizer que é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão decorrente de situações adversas.

Resumindo: após momentos difíceis, precisamos “sacudir a poeira e bola pra frente”.

Isso é imprescindível para quem pretende alcançar a vitória – a aprovação, pois em nossa caminhada teremos de saber com lidar com reprovações, com estresse, com cansaço, com renúncia, entre outras tantas coisas que poderíamos listar.

O hábito e a resiliência nos ajudam a manter manter o foco, crendo que aquilo que ainda não temos irá se concretizar, a despeito das dificuldades que tenhamos que enfrentar.

Como diz Lenine em sua canção,

“Eu sofro igual todo mundo
Eu apenas não me afundo

Eu posso até ir ao fundo
De um poço de dor profundo
Mas volto depois sorrindo

Os bons momentos da vida
E nos maus tempos da lida
Eu envergo mas não quebro “.

Sucesso.

Wellington Antunes

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Wellington Antunes é Professor de Direito Constitucional, Licitações, Contratos e Convênios. Servidor Efetivo do MPU. Aprovado para Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados/2014 (aguardando nomeação) Aprovado para Analista de Finanças e Controle da CGU (aguardando nomeação). Graduado em Administração Pública. Pós Graduado em Direito Administrativo no IDP (Especialista). Bacharelando em Direito. Instrutor interno do MPU (atuante na área de Licitações e Contratos, entre outras funções – pregoeiro, elaboração de Editais, Projetos Básicos e Termos de Referência, instrução de processos de dispensa e de inexigibilidade)”

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Wellington Antunes

Professor de Direito Constitucional e Consultor Legislativo na Câmara dos Deputados

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Comentários (2)

Avatar Daniele 24 de Agosto de 2015

Wellington Antunes tanto seus textos quantos suas aulas são ótima! Obrigada por suas palavras!

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Avatar Mauro 25 de Agosto de 2015

Muito bacana Wellington! Parabéns!

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