A crise existencial no concurseiro costuma aparecer quando o sentido do esforço começa a se dissociar do objetivo. Os sinais mais comuns são a sensação persistente de estar vivendo “em suspensão”, como se a vida real fosse sempre adiada para depois da aprovação.
Surgem pensamentos circulares do tipo “quando eu passar, eu começo a viver”, acompanhados de apatia, perda de prazer em atividades antes significativas e dificuldade em responder quem se é fora do projeto concurso. Não é apenas cansaço: é a percepção incômoda de que a identidade foi reduzida a um desempenho futuro incerto.
Outro sinal claro é a ruptura entre controle e resultado. O concurseiro estuda, planeja, abre mão de vínculos e lazer, mas não vê correspondência proporcional no retorno : reprovações, longas esperas, mudanças de edital. Isso gera uma crise de sentido: “se faço tudo certo e ainda assim não avanço, o que isso diz sobre mim?”. A partir daí, aparecem culpa excessiva, autocrítica severa e comparação constante com quem “já passou”.
A crise existencial não surge porque o concurso é difícil, mas porque ele passa a ocupar o lugar de validação total da vida, deixando o presente empobrecido e o futuro pesado demais para sustentar. No nosso divã, falaremos sobre isso e muito mais! Vamos?
No Divã com Juliana Gebrim | Cansaço Existencial
03/02, às 18h30 no canal do YouTube
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