O “NÃO” no estudo para concursos públicos

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26/11/2018 | 11:42 Atualizado há 968 dias

Olá, pessoal. O assunto deste artigo é comportamental e trata de uma simples palavra, mas com um poder enorme na preparação para concursos públicos.

O “não” no âmbito dos concursos tem personalidade dupla: pode ser um importante amigo, mas também pode ser um perverso inimigo. Portanto, é de enorme importância saber dizer “não”, bem como saber quando eliminá-lo.

Se tem algo que eu posso dizer que foi um grande diferencial nas preparações para os concursos em que fui aprovado, com certeza, foi o uso intenso do “não” amigo e a eliminação do inimigo.

Agora, passo a explicar melhor como é essa história de “não”, começando pelo positivo, que deve ser utilizado com frequência, de forma intensa.

Para trazer benefícios aos estudos, a negação deve valer tanto para outras pessoas quanto para nós mesmos (principalmente, para nós mesmos).

Dizer “não” para outras pessoas nos traz grandes receios: medo de ofender, medo de magoar ou medo de sofrer alguma represália. Porém, muitas vezes, as outras pessoas não têm uma visão clara das nossas prioridades e necessidades para seguir num bom caminho de estudos, de modo que não nos resta outra alternativa.

Assim, é importante recusar certos convites sociais e profissionais, pois estudar para concursos exige muito de nós e torna-se incompatível com diversas atividades. Portanto, é necessário acostumar-se a negar algumas coisas, sem receio.

É interessante notar que as pessoas que realmente se importam conosco, com certeza, entendem a situação. Além disso, quando já está definido que o futuro profissional desejado depende da aprovação no concurso público, mesmo oportunidades profissionais supostamente interessantes não são adequadas ao objetivo.

De outro lado, quando pensamos em nós mesmos, um “não” bem utilizado elimina boa parte dos mais conhecidos problemas nos estudos:

Procrastinação: a cada momento em que surge aquela vontade de esquecer a prioridade nos estudos e encher o tempo de outras atividades, uma severa negativa para nós mesmos consegue voltar as coisas para os eixos;

Falta de foco: cada vez que vem uma tendência à irracionalidade, em que deixamos de lado as análises que fizemos para determinar nosso foco de estudo, pensando numa outra oportunidade recém publicada, um “não” nos traz de volta para a racionalidade e para o foco.

Cansaço: como já disse antes, o estudo para concursos exige muito, e o descanso é fundamental, mas, muitas vezes, tendemos a querer substituir nossos horários de repouso por outras atividades, que nos deixam cansados e podem comprometer os dias seguintes. Assim, negar esses “autoconvites” é essencial para manter uma boa preparação.

Enfim, o “não” deve ser utilizado com bastante confiança em todos os momentos em que uma decisão pode nos tirar do rumo e comprometer a evolução dos nossos estudos. Ter um planejamento ajuda muito a identificar essas situações, pois aquilo que está fora do plano (exceto casos de força maior) merece uma negação.

Tratado do amigo, agora, abordo o negativo, aquele que nos afasta dos nossos objetivos, que atrapalha, o inimigo.

Esse é aquele “não” que utilizamos para nos depreciar, para qualificar nossas capacidades negativamente, do tipo:

– Não consigo estudar;

– Não estou conseguindo aprender;

– Não tenho capacidade;

– Não tenho ânimo;

Esses são alguns exemplos, mas existem diversas outras afirmações que também são fortes mensagens ao nosso cérebro de que ele não deve gastar energia naquele objetivo.

Alguns podem considerar essa questão como psicologia barata. Mas, pelo contrário, é fato que o “não”, utilizado em frases como as mencionadas, programa nosso cérebro para economizar energia na atividade de estudo e direcioná-la para outras atividades.

Assim, quem quer estudar de forma voltada para o resultado deve programar seu cérebro para alcançar o objetivo. Afinal, aquele que quer ser aprovado em um concurso público precisa conseguir estudar, precisa conseguir aprender, tem capacidade e tem ânimo, entre outras características, que não podem estar acompanhadas de um “não”.

Portanto, caro estudante, sinta-se confortável em se apoiar no “não” amigo e dê um fim no “não” inimigo. Seu cérebro agradece, e suas chances de sucesso vão às alturas.

Bons estudos e rumo à aprovação.


Alexandre Morais

Analista Legislativo do Senado Federal. Exerceu os cargos de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil, Auditor Federal de Finanças e Controle da CGU e Analista Tributário da Receita Federal do Brasil. Aprovado e nomeado: Engenheiro Eletrônico da Celg.


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