Amanda Aires

Governo Bolsonaro: o que esperar para os concursos?

Confira um panorama sobre as primeiras ações do novo presidente do Brasil 

Olá Gran alunos(as), tudo bem?

O governo atual está no seu 38º dia de gestão e, ao longo desse período, foram feitas algumas análises acerca dos potenciais impactos dessa gerência em relação aos concursos públicos. Diante do atual cenário, destaco uma notícia que foi amplamente divulgada pela mídia no último dia 5/2/19.

Como anunciado, o governo pretende diminuir o quantitativo de funções comissionadas e gratificadas.

Contudo qual o objetivo disso? Não apenas a redução de gastos (a qual seria a resposta mais evidente, tendo em vista a previsão de economia de R$ 209 milhões por ano), mas pretende-se, também, a ampliação do nível de produtividade do setor público.

No entanto, como isso impacta os concursos públicos?

Com a reestruturação dos cargos comissionados, haverá a ampliação do número de vagas para servidores efetivos. Embora as regras tenham ficado mais severas para a abertura dos concursos, o governo não tem alternativa a não promover a abertura de novas vagas no futuro.

Nesse sentido, veja que, embora o discurso inicial do governo tenha sido o de cortar gastos e promover privatizações, ele tem realizado um esforço positivo para deixar as contas com um bom resultado, o que faz com que exista, em um futuro muito próximo, espaço para mais concursos.

Esse esforço pode ser notado no Relatório Focus, publicado pelo Banco Central. De acordo com o documento, há 5 semanas estamos com previsão de manutenção do resultado primário, embora o governo ainda não tenha começado, de forma efetiva, a trabalhar nas privatizações.

Dessa forma, longe de reduzir o volume de concursos, o governo trabalha em sentido absolutamente diferente: os concursos federais devem estar voltando em breve. Um exemplo é o número de vagas já solicitado pelo INSS.

Assim, alunos(as), nada de esmorecer, vamos em frente!

Um Gran abraço,

Amanda Aires

Amanda Aires Assessora de Economia do Governo do Estado de Pernambuco, autora de livros em economia. Comentarista de Economia da rádio CBN. Doutora em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco com extensão na Université Laval, Canadá. Mestra em Economia também pela UFPE com dissertação premiada no III Prêmio de Economia Bancária pela Federação Brasileira de Bancos. Economista pela UFPE, com extensão universitária na Universität Zürich, na Suíça.

 

 


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18 Comentários

18 Comentários

  1. Marcio

    04/01/2019 10:51 em 10:51

    Pelo amor de Deus, que texto foi esse? Os concursos vão diminuir e muito com esse governo.” com as privatizações, haverá uma diminuição da concorrência nos concursos” kkkkkk….Haverá é o fim dos concursos isso sim! É melhor falar a verdade do que ficar iludindo as pessoas que ja estão desesperadas por emprego

    • Mangueira

      04/01/2019 18:17 em 18:17

      É pura verdade desse Governo não tenho muita coisa a esperar, lamentável, é que alguns professores incentivaram a votar

  2. Leo

    20/02/2019 11:37 em 11:37

    A Doutora poderia dar uma olhada nos dados dos relatórios do MPOG dos últimos 22 anos para melhorar suas hipóteses. Lendo, chegaria à conclusão de que, a depender da ideologia, diminuem o número dos concursos públicos e as vagas disponíveis para a população. E não é necessário ir longe, basta ver relatórios como, por exemplo, o Justiça em Números, para verificar a queda do número de cargos ocupados nos últimos 3 anos. Além disso, questões como a informatização dos processos evidentemente gerarão uma queda no número de vagas a ocupar. Há acenos no judiciário de que não haverá concursos públicos até 2026 por indisponibilidade orçamentária em decorrência da EC95. Além disso, os cargos comissionados não se convertem em cargos efetivos dessa forma, ainda que de maneira indireta. A ideia do governo é fundir responsabilidades de cargos comissionados já ocupados por servidores efetivos, liberando parcialmente valores de CCs (Haver apenas um chefe ocupando um CC, com maiores responsabilidades, em vez de dois ocupando dois CCs e assim por diante) e não simplesmente defender os princípios constitucionais que norteiam a ocupação de cargos na Administração Pública privilegiando os efetivos e os concursos públicos. Impressionante uma análise de uma servidora pública tão descolada da realidade. Seja como for, boa sorte aos que ainda sonham com uma vaga na Administração Pública. Sugiro que em seus momentos de lazer, informem-se sobre como a banda toca no Brasil quando esse liberalismo de quinta categoria é colocado em prática. Não o liberalismo da academia, que tem muito mérito, mas o liberalismo do mercado.

  3. Larissa

    20/02/2019 14:55 em 14:55

    Texto tendencioso, só Bolsominion pra cair nessa….

  4. Max

    30/03/2019 09:44 em 09:44

    Quem produziu esse texto deve estar louco nas drogas!

  5. Rogério

    13/06/2019 10:02 em 10:02

    Em quem acreditar?

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