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Concurso STF: saiba TUDO sobre a oportunidade! Até R$ 12 mil!

Concurso STF: novidades e TUDO sobre o último edital!

A mais alta corte do nosso país, o Supremo Tribunal Federal – STF (concurso STF) informou a equipe de comunicação do Gran Cursos Online Blog a relação de cargos vagos que são 45 para Técnicos e Analistas Judiciários. O déficit aponta a necessidade de realização de uma nova seleção. Por outro lado, o STF também anunciou que, por enquanto, não há previsão de um novo concurso público.

Porém, vale lembrar que o último certame venceu em março de 2016, sendo assim, o órgão completa três anos sem renovar seu quadro de pessoal. Tal perspectiva pode ser revertida com a sinalização positiva para a realização de um novo concurso. Por isso, concurseiro, se prepare com antecedência e saia na frente da concorrência!

O STF é considerado a mais alta instância do poder judiciário brasileiro, acumulando competências típicas de uma Suprema Corte (tribunal de última instância) e de um Tribunal Constitucional (que julga questões de constitucionalidade independentemente de litígios concretos). Sua função institucional fundamental é de servir como guardião da Constituição Federal de 1988, apreciando casos que envolvam lesão ou ameaça a esta última. De suas decisões não cabem recurso a nenhum outro tribunal.

A revista britânica The Economist classificou o STF como “o tribunal mais sobrecarregado do mundo, graças a uma infinidade de direitos e privilégios entrincheirados na Constituição nacional de 1988 (…) até recentemente, as decisões do Tribunal não eram vinculadas aos tribunais inferiores. O resultado foi um tribunal que está sobrecarregado ao ponto de um motim.”

Conheça nesta matéria informações importantes sobre os últimos certames do STF. Abaixo, os detalhes das carreiras, progressão do servidor, benefícios, jornada de trabalho, concorrência dos concursos anteriores, histórico de nomeações, dados do último edital e dicas de estudo. Se prepare antecipadamente, não perca a chance de iniciar logo os seus estudos para um dos concursos mais esperados!

 

Confira o índice abaixo e navegue pelo seu assunto de interesse:

Cargos vagos STF

De acordo com tabela atualizada, do mês de maio deste ano, o órgão conta em sua estrutura atualmente com 1.090 cargos providos. Há, ainda, 45 cargos vagos para as carreiras de técnicos e analistas, de níveis médio e superior. Confira abaixo:

  • Analista Judiciário – área Administrativa (7),
  • Analista Judiciário – área Apoio Especializado (5),
  • Analista Judiciário – área Judiciária (9),
  • Técnico Judiciário – área Administrativa (19) e
  • Técnico Judiciário – área Apoio Especializado (5).

Cargos vagos STF: veja na íntegra também o documento

Concurso STF: cargos, requisitos e atribuições

Os colaboradores são regidos de acordo com a Lei nº 11.416/2006 que versa sobre a Carreira dos Servidores do Poder Judiciário da União. Conheça mais:

  • Analista Judiciário – Área Judiciária

Requisitos: diploma, devidamente registrado, de curso de nível superior de graduação em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.

Atribuições: realizar atividades de nível superior, de natureza técnica, relacionadas ao planejamento, organização, coordenação, supervisão, assessoramento, estudo, pesquisa e execução de tarefas que envolvam processamento de feitos, apoio a julgamentos, análise e pesquisa de legislação, de doutrina e de jurisprudência, bem como elaboração de laudos, de atos, de pareceres e de informações jurídicas.

  • Analista Judiciário – Área Administrativa

Requisitos: diploma ou certificado, devidamente registrado, de curso de Ensino Superior em qualquer área de formação, inclusive licenciatura plena, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).

Atribuições: realizar atividades de nível superior, de natureza técnica, relacionadas ao planejamento, organização, coordenação, supervisão, assessoramento, estudo, pesquisa e execução de tarefas que envolvam a gestão estratégica de pessoas, de processos, de recursos materiais e patrimoniais, de licitações e contratos, de orçamento e finanças, de controle interno e auditoria e outras atividades complementares de apoio administrativo.

  • Técnico Judiciário – Área Administrativa

Requisitos: certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de ensino médio (antigo 2º grau) ou de curso técnico equivalente, expedido por Instituição de Ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Atribuições: realizar atividades de nível intermediário, relacionadas à execução de tarefas de apoio à atividade judiciária e de suporte técnico e administrativo às unidades organizacionais do Tribunal.

  • Técnico Judiciário – Área Administrativa – Especialidade Segurança Judiciária

Requisitos: certificado, devidamente registrado, de curso de nível médio (antigo segundo grau) ou de curso técnico equivalente, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, e carteira nacional de habilitação categoria D ou E.

Atribuições: realizar atividades de nível intermediário, relacionadas à execução de tarefas que envolvam segurança de dignitários e de pessoas, de bens materiais e patrimoniais e da informação.

Concurso STF: carreira e remunerações

O candidato aprovado no próximo concurso para as carreiras de técnico e analista do Supremo terá os vencimentos da Classe A. Mas além das classes, os candidatos são postulados a um outro título dentro de uma classe, ou seja, ingressarão na Classe A padrão 1, conforme abaixo. 

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Entenda melhor

Explicando melhor, cada ano equivale a um padrão. Anualmente os candidatos que ingressarem, serão avaliados e caso isso ocorra de forma positiva, acontecerá a progressão para o padrão posterior. Cada classe é composta por padrões e, ao final de alguns anos, os aprovados passarão de uma classe para outra. Isso acontecerá até que se chegue última classe e padrão, cerca de 13 anos, quando o servidor fará parte da Classe C – Padrão 13.

A promoção é a movimentação do servidor do último padrão de uma classe para o primeiro padrão da classe seguinte, observado o interstício de um ano em relação à progressão funcional imediatamente anterior, dependendo, cumulativamente do resultado de avaliação formal de desempenho e da participação em curso de aperfeiçoamento oferecido, preferencialmente, pelo órgão, na forma prevista em regulamento.

Evolução remuneratória

A medida que se alcança uma nova classe e/ou novo padrão, os ganhos tendem a aumentar. A remuneração inicialmente pode chegar até R$ 7 mil, o Técnico chega a classe especial recebendo mais de R$ 12 mil. Já o Analista recebe até R$ 12 mil e chega a classe especial com mais de R$ 18 mil, conforme valores demonstrados acima. Os vencimentos poderão sofrer reajustes periodicamente (anualmente) por parte do órgão.

Concurso STF: benefícios e jornada de trabalho

No portal da Transparência do próprio STF, pode ser observado que o servidor recebe vários auxílios e benefícios. O valor pode ser bem mais alto com o adicional de qualificação e adicional de cursos de capacitação.  Veja abaixo:

  • R$910,08 do Auxílio-Alimentação;
  • R$719,62 da Assistência Pré-escolar;
  • R$134,05 do Auxílio Transporte;
  • Assistência Médica e Odontológica.

Além de um ótimo ambiente de trabalho, são benefícios disponíveis para os servidores: berçário para atender filhos com idade de seis a 14 meses e outras vantagens.

Sobre a jornada de trabalho, os editais indicam 40 horas semanais. Contudo, o servidor pode trabalhar apenas 35h semanais se fizer 7h corridas, sem intervalo para o almoço. A definição do horário de entrada e saída é flexível, e varia conforme o setor de lotação com aval do supervisor/gestor. Vale lembrar que a lotação é em Brasília (DF).

Concurso STF: último edital

Os concursos do STF são tradicionalmente realizados pelo Cespe/Cebraspe. As seleções exigem dos interessados um altíssimo nível de preparação e um estudo pré-edital de muita dedicação. As provas do certame costumam ser aplicadas somente em Brasília/DF, onde está localizada a sede do Supremo Tribunal Federal.

No último edital STF, os candidatos foram avaliados por meio de provas objetiva e discursiva de caráter eliminatória e classificatória. Os inscritos tiveram o tempo de 4 horas e 30 minutos para a resolução.

Prova Objetiva com 120 questões:

  1. Conhecimentos básicos (50 questões)
  2. Conhecimentos Específicos (70 questões)

O valor dessa avaliação foi de 0 (zero) a 120,00 (cento e vinte) pontos.

Para classificação os índices foram:

  • obter nota maior a 10,00 pontos na prova objetiva de Conhecimentos Básicos;
  • obter nota maior que 21,00 na prova objetiva de Conhecimentos Específicos e
  • obter nota maior a 36,00 em todo o conjunto de provas objetivas.

Prova Discursiva sendo:

Texto dissertativo – Para os cargos de Analista Judiciário – áreas Judiciária e Administrativa;
Estudo de caso – somente para Analista Judiciário – Apoio Especializado e
Redação de texto – Para o cargo de Técnico Judiciário.

O valor da prova discursiva foi de 0 (zero) a 30,00 (trinta) pontos.

Foram corrigidas as provas discursivas de acordo com os índices previsto no edital de abertura do concurso. Veja:

Concurso STF

Concurso STF: número de provas discursivas a serem corrigidas.

Concurso STF: conteúdo programático

As disciplinas indicadas no último edital STF foram:

  • Língua Portuguesa,
  • Raciocínio Lógico,
  • Língua Inglesa, 
  •  Noções de Informática,
  • Direito Constitucional,
  • Direito Administrativo,
  • Legislação Específica,
  • Regimento Interno do STF,
  • Conhecimentos Específicos do cargo de atuação.

Vale lembrar que o conjunto de matérias será de acordo com a ocupação de interesse. Fique atento às regras do edital do concurso público.

Concurso STF: concorrência

Sempre muito disputados, os concursos para técnicos e analistas do STF atraem muitos candidatos. Veja abaixo a relação de inscritos nos dois últimos concursos:

2013 (Cespe/Cebraspe): o concurso do Supremo Tribunal Federal (STF) registrou 37.168 inscritos para 34 vagas em cargos de nível médio e superior. A concorrência média é de 1.093,18 candidatos por vaga. As oportunidades foram para técnico e analista judiciário. Os iniciais eram de R$ 4.575,16 e R$ 7.506,55, respectivamente.

O cargo de técnico judiciário – área administrativa, que oferece 8 vagas, foi o que registrou o maior número de candidatos, com 17.598. A concorrência foi de 2.199,75 inscritos por vaga.

2008 (Cespe/Cebraspe): o concurso teve 94.442 inscritos. Dos concorrentes às vagas de analista, faltaram à prova 27%; 20% deixaram de fazer a prova para técnico.

Estiveram em disputa 77 vagas para técnico judiciário (nível médio) e 111 para analista judiciário (nível superior). Os cargos de analista foram para as áreas administrativa — nas especialidades de contabilidade, análise de sistemas de informação, arquitetura, biblioteconomia, enfermagem, engenharia mecânica, medicina, odontologia, revisão de texto, suporte em tecnologia da informação — e judiciária. O posto de técnico judiciário era para o setor administrativo e de apoio especializado em tecnologia da informação.

Concurso STF: histórico de nomeações

O concurso sempre nomeia um grande quantitativo de candidatos aprovados. Trazemos mais uma vez como base os dois últimos editais (2013 e 2008).

2013:

stf-2013

Nomeações STF 2013: quadro referente a dezembro de 2018.

 

2008:

 stf-2008

 

Concurso STF: dicas de estudo

Nesta fase inicial de estudos é importante que o candidato entenda a banca dos últimos concursos, que foi o Cespe/Cebraspe que tem grandes possibilidades de vir novamente como organizador. Uma forma de conhecer a banca examinadora é refazer provas anteriores, disponíveis nos sites. Assim, é possível assimilar o modelo de avaliação.

Dicas gerais:

Não espere o edital ser publicado. Intensifique agora mesmo os estudos! Comece pelas matérias básicas (língua portuguesa, regimento interno e demais disciplinas com maior cobrança). Estas matérias pedem uma dedicação maior, especialmente agora, quando o edital ainda não foi divulgado. Para mais detalhes, confira os editais abaixo da matéria.

A concentração maior de energia deve sem nas matérias ligadas às atividades do STF como direito constitucional, direito administrativo, Lei 8.112/1990, regimento interno. Domine também a disciplina de Língua Portuguesa. 

Observação: após a publicação do edital, as prioridades terão que ser reavaliadas. Podem existir mudanças na cobrança de conteúdos e atualizações jurídicas importantes. 

Todos sabem que para ser aprovado em um concurso público é preciso esforço, determinação e a consciência de que nada é impossível. O concurso público é uma fila na qual você vai andando a cada prova, a cada aula e a cada exercício. Prova disto, é a ex-aluna do Gran Cursos, Anne Souza, que foi aprovada em 1° lugar no concurso do Supremo Tribunal Federal (STF).

Depoimento: ex-aluna aprovada em 1º lugar no último concurso do STF

 

Confira AQUI todas as oportunidades em carreiras de tribunais!

Detalhes concurso STF:

Concurso Supremo Tribunal Federal (edital STF)
Banca organizadora A definir
Cargos Técnico e Analista Judiciário
Escolaridade Níveis médio e superior
Número de vagas A definir
Remuneração de R$ 7 mil a R$ 12 mil (de acordo com o último edital)
Situação Sem concurso vigente
Previsão p/ publicação do edital 2019
Link do último edital

 

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3 Comentários

3 Comentários

  1. Josefo

    17/01/2017 11:09 em 11:09

    STF é sobrecarregado graças a decisão do STF de entrar no mérito de decisões discricionárias de órgãos inferiores baseando-se na proporcionalidade e razoabilidade. Com esse argumento.. vc pode levar ao crivo do STF qualquer processo e argumentar desproporcionalidade. Exemplo: Se uma lei prevê penas de 1 a 5 anos por determinado crime. e o juiz de 1 grau aplicar 3 anos.;.. um recurso no stf pode fazer a corte rever a pena e mudar pra 2 anos. O Correto seria o STF analisar somente se o juiz de 1 grau tivesse aplicado fora dos limites legais. Nenhuma corte do mundo fica chamando para si competência de juiz de 1º grau. A não ser as manifestamente ilegais.

  2. Julio Lima da Silva

    18/06/2019 13:10 em 13:10

    No meu entendimento o STF deveria julgar apenas se o caso concreto estivesse afrontando a CRFB, como está previsto na mesma. Rever casos que os tribunais inferiores tem total competência para soluciona-los e simplesmente dar chance aos acusados de contar com a prescrição, uma vez que nossa Suprema Corte está abarrotada de processos.

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