Conheça o seu professor: Paulo Henrique (PH), Analista da RFB!

Aqui no Gran, o professor Paulo Henrique ministra aulas de raciocínio lógico e matemática para concursos. Conheça a trajetória deste incrível profissional!

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Quando começou a estudar para concursos públicos, o professor Paulo Henrique (PH) tinha apenas um objetivo em mente: ser capaz de sustentar a sua família, oferecendo estabilidade e boas condições de vida.

Ele ainda não sabia, mas esse objetivo não apenas seria atendido com a aprovação no concurso da Receita Federal do Brasil para o cargo de Analista Tributário, como também se revelaria uma de suas maiores vocações profissionais: o trabalho com atendimento aos cidadãos na área fiscal.

Hoje, chefe do Centro de Atendimento ao Contribuinte (CAC) em Porto Velho, o professor Paulo Henrique (PH) está exatamente onde gostaria de estar profissionalmente. Dessa realização também faz parte o exercício da docência, que exerce oficialmente desde 2018, mas que já se manifestava desde a infância, inspirado por sua mãe, também professora.

Fazendo parte da equipe de docentes aqui do Gran, Paulo Henrique (PH) ajuda a transformar vidas diariamente, auxiliando concurseiros e concurseiras a dominar matérias muito temidas — mas essenciais para quem busca a aprovação: Raciocínio Lógico e Matemática.

Nosso entrevistado da vez na série “Conheça o Seu Professor” compartilhou um pouco mais sobre a sua experiência pessoal, acadêmica e profissional. Confira!

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Série “Conheça o Seu Professor” :

Novas entrevistas toda quarta-feira, às 17h!

Confira abaixo a entrevista completa com o professor Paulo Henrique (PH)

Aos 8 anos de idade, enquanto ajudava os colegas a sanar suas dúvidas na matéria de Matemática, Paulo Henrique (PH) já se visualizava exercendo a profissão de professor algum dia. Com o tempo, essa vocação apenas se consolidou.

Tornando-se oficialmente professor aos 18 anos, ao ministrar aulas particulares, hoje ele já reúne cerca de 35 anos dentro das salas de aula.

Em todo esse caminho, o professor Paulo Henrique (PH) já soma muita experiência em didática e conhecimento, tanto teórico quanto prático.

Ele, afinal de contas, além de estar em constante processo de estudo e atualização acadêmica e profissional, também já foi concurseiro, enfrentando todas as dificuldades que quem está em busca do cargo dos sonhos enfrenta.

Dessa forma, as aulas do professor Paulo Henrique (PH) são ricas não apenas em conteúdo, mas também em sabedoria prática inestimável para quem busca melhores resultados.

Para completar, o bom humor do professor é cativante, tornando cada lição interessante e de fácil compreensão (mesmo nos assuntos mais difíceis).

Siga a leitura e confira a entrevista completa com o professor abaixo!

Questões pessoais – Professor Paulo Henrique (PH)

Apaixonado por corrida, o professor Paulo Henrique (PH) levou a disciplina que resultou na conquista da aprovação também para esse novo objetivo. Atualmente, ele já completou uma meia maratona (21 km) e segue treinando para concluir uma maratona de 42 km. Confira mais curiosidades abaixo!

1. Qual é a sua naturalidade?

Nasci em Fortaleza, onde morei até passar no concurso da Receita Federal do Brasil, em 2006. Hoje moro em Porto Velho há quase 20 anos. São as duas cidades em que morei por mais tempo e que mais posso chamar de “minhas”. Por ter familiares lá, Fortaleza é para onde mais retorno. Adoro passar férias na cidade (para morar, nem tanto…), correr na Beira-Mar, passear na praia e ir a restaurantes. O clima, o sol, a praia — acho que até o “cheiro” dela — fazem com que eu me sinta em casa.

Porto Velho é minha cidade “adotiva”. Quando passei no concurso, minha prioridade era ficar em uma capital. Dentre as opções oferecidas, acabei optando por ela — e acredito que acertei! Mesmo não sendo Fortaleza (quem é concurseiro sabe que dificilmente será a sua cidade natal), sinto-me em casa.

Foi aqui que criei meus filhos e que cresci como professor, servidor público e ser humano. Tem suas dificuldades, mas conta com um povo acolhedor, que gosta de receber bem quem chega.

2. Quantos anos você tem?

Tenho 53 anos, feitos agora no dia 9 de janeiro (brinco que tenho um “corpinho” de 52). Já fiquei mais encucado com esse negócio de idade, mas hoje tiro de letra. Se não estou na minha melhor versão, é tranquilamente um top 3.

3. Quais são os seus passatempos favoritos?

Se me perguntassem há uns 5 anos, falaria do futebol. Porém, hoje, correr é o que me faz feliz. Ainda jogo (e gosto) de futebol, mas, muitas vezes, não dá para conciliar. Adoro ler (infelizmente, mais Kindle do que livro físico), gosto muito de policiais e “tramas envolventes”, mas navego tranquilo em outros “mares”, como biografias ou dramas. Vou deixar 3 livros dos últimos que li: “A Breve Vida das Flores”, “As Espiãs do Dia D” e “Desenhos Ocultos”. Mas a lista é grande, sou “facinho” de agradar.

Com relação à música, meu Spotify toca de tudo: minhas músicas de corrida vão de Maroon 5 e Ed Sheeran até The Police e U2. Em casa, vou de João Gomes, Mar Aberto (influência da minha esposa Renata) e um bocado de anos 80 (Legião Urbana, Os Paralamas do Sucesso, Rita Lee etc.).

Viiiiixe, sorvete? Quando era jovem, na sorveteria 50 Sabores, minha pedida sempre era tangerina e cajá kkkkk, mas chocolate (e seus múltiplos nomes) também tem que estar na lista.

Não sei se é divertida, mas aqui vão duas: sempre me benzo antes de entrar em campo (futebol) ou para tomar banho (e não, não sou católico praticante) e adoro manicure e pedicure — por mim, iria toda semana kkkkk (e meus pés são H O R R Í V E I S!!!).

4. Sabe aquele fato sobre você que é inesperado ou que você sempre conta quando conhece alguém legal e quer fazer amizade? Conta aí a sua curiosidade aleatória!

Meu nome veio de um jogador de futebol do Clube de Regatas do Flamengo da década de 60. Meu pai me “ensinou” a ser Flamengo desde o berço. E mantenho a tradição, passando isso para meu filho. Ser Flamengo é algo importante na minha família kkkkkk

5. Você tem alguma mania nos estudos?

Gostava de estudar escutando música. Meu momento mais marcante era estudar Cálculo (na faculdade) escutando Titãs. Mas não era Titãs de “É Preciso Saber Viver” — “é cedo ou tarde demais, pra dizer adeus, pra dizer jamais”. Era Titãs de “Jesus não tem dentes no país dos banguelas” ou “Corações e Mentes”.

Ah, outra coisa: eu precisava sempre trocar de disciplina. Na minha planilha (comentada antes), cada matéria era estudada durante 1 hora. Sentia que rendia mais alternando várias matérias por dia.

Questões sobre trabalho e estudos – Professor Paulo Henrique (PH)

Quando começou a estudar para concursos públicos, Paulo Henrique (PH) apostou especialmente na organização e no planejamento, contando com uma planilha para organizar os seus estudos diários. Ele conta que rendia mais quando estudava mais matérias por dia; assim, limitava o tempo de cada uma a uma hora.

Ele também enfrentou reprovações em sua jornada: os certames que realizou antes da Receita Federal do Brasil — como os da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal, por exemplo — infelizmente não resultaram em nomeação. No entanto, sempre determinado, Paulo Henrique manteve-se firme no que queria conquistar.

Confira abaixo mais detalhes sobre a sua jornada acadêmica e profissional!

1. Além do Gran, você tem uma carreira na qual atua profissionalmente?

Como falei anteriormente, sou concursado desde 2006. Sou Analista Tributário da Receita Federal do Brasil e trabalho com atendimento durante quase todo esse período. Atualmente, sou chefe do Centro de Atendimento ao Contribuinte (CAC) em Porto Velho.

Sempre gostei de atendimento e, hoje, em especial, de tentar ajudar ao máximo os cidadãos a resolverem seus problemas com o Fisco. Por não ser um assunto de fácil entendimento, procuro levar minha experiência como professor e tratar o tema com mais didática (se é que isso é possível falando em Direito Tributário…).

2. O que te motivou a escolher essa profissão?

Sinceramente? Em 2006, eu só queria passar em um concurso e sustentar minha família. Passei na prova da Polícia Rodoviária Federal em 2003, mas perdi na barra (exame físico). Em 2004, fui aprovado na Polícia Federal (paguei as barras que estava “devendo” na PRF), mas fiquei em uma posição ruim. Quando fui chamado, já estava na Receita Federal do Brasil.

Então, o concurso da Receita foi um tiro que não podia dar errado. Hoje, não sei o que faria se não fosse a RFB e o atendimento ao contribuinte.

3. Qual a sua graduação? Possui alguma especialização?

Sou formado em Informática pela Universidade de Fortaleza (Unifor), com pós-graduação em Controladoria e Finanças pela Faculdade Ateneu, em Fortaleza. Me viro bem com computadores, mas a Controladoria ficou só no diploma.

Sempre penso, por causa da minha atuação, em fazer Contabilidade — e até em aprender um segundo idioma (eu “arranho” no inglês). Mas os diversos afazeres de marido, pai, filho, professor, servidor público e corredor amador acabam me afastando de uma nova formação.

4. Quais foram os principais desafios na sua carreira?

Ah, aqui é o lema de todo concurseiro: passar em um concurso requer disciplina, muita abdicação e persistência.

Posso listar também dois desafios que mais me marcaram:

  1. Ser chefe de cerca de 20 pessoas, dos mais diferentes “estilos”. Tento ser justo, sempre pronto para ajudar e ensinar, além de me manter aberto a sugestões e opiniões diversas.
  2. Ministrar aulas para a área da saúde: lá em 2013/2014, bombaram os concursos da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), que era uma novidade à época. Muitos alunos já trabalhavam na área e nunca tinham visto Raciocínio Lógico na vida! Foi um trabalho desafiador, mas extremamente gratificante. Até hoje, gosto muito de ministrar aulas para esse público.

5. Quais foram suas melhores táticas para conseguir chegar ao seu objetivo?

Vamos aos tempos de concurseiro: montei uma planilha (como um bom aluno de Informática) com um calendário semanal, registrando todos os horários que eu tinha disponíveis para estudar. Depois, em ordem de dificuldade, ia preenchendo com as disciplinas, mesclando matérias de Direito e de “não Direito”.

E o mais importante de tudo: seguir à risca o planejado. No começo, era bem complicado, mas, com o passar do tempo, o planejamento virou hábito.

Deu tão certo que minha esposa, que começou a estudar para concursos após a minha aprovação, conquistou o 3º lugar no concurso do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE/RO).

6. Em quais matérias teve mais facilidade durante os estudos?

Qualquer assunto que envolvesse números. Em Informática, eu mandava bem também. E sempre me dei bem em Português nas provas de concurso.

7. Em quais matérias você teve mais dificuldade enquanto estudava?

Direito sempre foi meu calo! Nunca me vi sendo advogado. Direito Administrativo não é de Deus! (que me perdoem os professores da disciplina).

Nunca fui nerd, mas também não era do tipo que passava só na média. Exatas eram comigo mesmo! Já disciplinas como História e Geografia, além do Direito, com muita leitura, eu tinha dificuldades.

Para ser justo com a narrativa, sempre gostei de Direito Constitucional.

8. Como você se tornou professor(a)?

Desde que me entendo por gente, gosto de ajudar. Na sala de aula, lááááá no Colégio Nossa Senhora das Graças, em Fortaleza, eu já me levantava para explicar Matemática aos colegas.

Recebi essa “bênção” da minha mãe, professora de Matemática durante toda a vida. Foi ela quem conseguiu meus primeiros alunos:

— Eu parei de dar aula, mas tenho um professor para indicar: meu filho Paulo.

Quando comecei a estudar para concursos, me apaixonei por Raciocínio Lógico. Foi algo natural…

9. Há quanto tempo você dá aulas?

De fato, desde os 8 anos já tentava ajudar meus colegas. Mas, como professor mesmo, desde os 18 (como professor particular).

Muuuuuito. Acho que alguém só se torna realmente professor quando passa pela sala de aula. É lá que você “olha no olho”, vê o rosto (muitas vezes de desespero) dos alunos, sente como está o ambiente e o aprendizado. Não é só “dar aula”; o feeling do professor no dia a dia da sala traz um crescimento sem igual.

10. O que você mais gosta em ser professor?

  1. O carinho dos alunos.
  2. Saber que muda vidas.
  3. Compartilhar conhecimento.

Receber mensagens de aprovados falando sobre as aulas, o aprendizado e as aprovações é o maior prêmio para qualquer professor. E, no meu caso, com duas disciplinas que geram desconfiança e medo, receber um elogio é realmente gratificante.

11. Quais são as matérias que você leciona no Gran?

Raciocínio Lógico e Matemática.

12. O que faz nos dias em que a motivação falha em aparecer?

A disciplina. Fazer o que precisa ser feito. E não só nos estudos — serve para a vida.

Como falei antes, sou corredor amador. Tem fim de semana que saio para correr 14, 15 km. Acordo por volta das 4 da manhã. Acordo feliz? Não. Levanto e vou, mesmo sem vontade? SIM. Por quê? Porque é o que se precisa para alcançar meus objetivos!

O exemplo vale para os estudos, para a corrida, para a vida.

13. Fale um pouco sobre a sua jornada de aprovação no cargo público e/ou grande conquista em sua trajetória até o momento.

Mesmo com muito tempo de docência, ser reconhecido como professor é minha maior conquista. Pode parecer demagogia, mas ser parado por um “estranho” e ouvir que ajudei a mudar a vida dele é algo que marca.

Outra conquista que me marcou bastante foi ter completado uma meia maratona (21 km). Quando comecei, nem imaginava correr uma distância dessas — “morria” com 3 km. Completar essa prova foi uma realização pessoal.

Vale também mencionar uma grande conquista que (espero…) venha em 2026: iniciei minha preparação para correr uma maratona (42 km). Conto para vocês no futuro…

Conheça o Seu Professor: Paulo Henrique (PH)
Conheça o Seu Professor: Paulo Henrique (PH)

14. Você já trabalha no cargo dos seus sonhos?

Sim, como dizem em Fortaleza, “é aqui que amarrei meu burro”. Lá em 2006, isso nem passava pela minha cabeça. Mas hoje, olhando para trás, vejo que foi uma decisão acertada.

Ir trabalhar todos os dias, atender pessoas dos mais diversos segmentos e ajudar a resolver seus problemas me faz sentir realizado com a profissão e com o local de trabalho que escolhi.

14. Por fim, que dica você daria para si mesmo quando começou?

QUEM ESTUDA, CONSEGUE!

Sempre tive uma “síndrome de patinho feio”: todos conseguem, menos eu. Todos são mais inteligentes, mais esforçados, mais disciplinados.

Mas a realidade é que o caminho é traçado por cada um. Uns conseguem antes, outros um pouco depois. Mas, PARA QUEM NÃO DESISTE, a hora vai chegar! E você nunca esquecerá esse momento quando ele chegar.

Bom estudo a todos!
Beijo no papai e na mamãe…

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O que é a Série “Conheça o seu Professor”?

Por meio de entrevistas, a Série “Conheça o seu Professor” pretende aproximar ainda mais os alunos dos professores que diariamente participam das jornadas de aprovação por meio de materiais, videoaulas, lives!

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