
Nascida em uma cidade do interior de Minas Gerais, Patrícia Quintão visualizou seu futuro desde muito cedo: aos 15 anos, ela já sabia que queria conquistar uma graduação na área de Informática, mesmo sem nunca ter mexido antes em um computador!
Naquela época, a área de T.I não estava nem perto do que é hoje e os computadores não podiam ser acessados em qualquer lugar. No entanto, ela sentiu o chamado em seu coração e decidiu segui-lo.
O caminho, desde o início, foi marcado por desafios: dias repletos de conciliações, uma morte na família, estudos para concursos e o ingresso numa área predominante masculina.
Apesar de tudo isso, Patrícia Quintão, sempre sonhadora e determinada, seguiu em frente, vencendo dia após dia.
Hoje, ela é Analista Legislativo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na área de Governança de TI. Além disso, é professora na área de Tecnologia da Informação para concursos, graduação e pós-graduação; estrategista de SEO (Search Engine Optimization); CIO do Quebrando Tabus; escritora e Personal & Professional Coach, com mentorias (especialmente para concursos e desenvolvimento profissional).
Nossa entrevistada da semana na série “Conheça o Seu Professor”, a professora Patrícia Quintão compartilhou um pouco mais sobre a sua incrível trajetória pessoal, acadêmica e profissional. Confira!
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| Série “Conheça o Seu Professor” :
Novas entrevistas toda quarta-feira, às 17h! |
Confira abaixo a entrevista completa com a professora Patrícia Quintão
Sempre com um sorriso no rosto, a professora Patrícia Quintão traz, em suas aulas, a combinação de experiência de vida, didática e relevância teórica e prática que torna cada uma de suas lições uma experiência única.
Além disso, movida por um desejo constante de crescimento, a professora Patrícia Quintão — já graduada, especialista e mestre na área de TI — segue em permanente atualização, realizando cursos e agregando novas experiências ao seu currículo sempre que possível.
Professora desde 2008, ela também reúne uma série de aprendizados das salas de aula, onde encontrou sua segunda grande vocação.
Confira abaixo a entrevista completa realizada com a professora Patrícia Quintão!
Questões pessoais – Professora Patrícia Quintão
Atividades físicas, tempo com a família, café e uma boa conversa estão entre as coisas preferidas da professora Patrícia Quintão. Confira abaixo mais curiosidades!
1. Qual é a sua naturalidade?
Sou mineira e nasci em Nova Era (MG), uma cidade do interior que tem aquele jeitinho acolhedor que só Minas tem. Cresci por lá até a adolescência e guardo um carinho enorme pelas minhas raízes — foi onde aprendi valores que levo até hoje: simplicidade, coragem e persistência.
A vida, porém, me levou para outras cidades por causa dos estudos e do trabalho. Tenho uma conexão muito forte com Viçosa (MG), porque foi lá que estudei na UFV e vivi uma fase decisiva de construção da minha história.
E tem uma cidade que virou quase “casa” também: Juiz de Fora (MG). Foram 15 anos por lá — tempo suficiente para criar rotina, amigos, memórias e aquele sentimento gostoso de pertencimento. Juiz de Fora marcou muito minha fase profissional e pessoal, então é uma cidade pela qual eu tenho um carinho enorme.
Hoje, Belo Horizonte também faz parte do meu caminho, por ser um centro de oportunidades e por estar ligada à minha trajetória profissional.
No fim das contas, eu brinco que meu coração é “mineiro multicidades”: cada uma delas deixou uma parte bonita da minha história.
Tenho 52 anos — e, sinceramente, hoje eu vejo isso como um privilégio: são 52 anos de histórias, aprendizados e reinvenções. 🙂
Eu adoro coisas que recarregam minhas energias e me ajudam a manter o equilíbrio (porque a vida de professora + TI não é pouca coisa! 😄). Meus passatempos favoritos incluem:
- pilates/musculação e corrida de rua (sou do time que corre para organizar a mente!);
- momentos em família, especialmente com meu filho;
- viagens (nem que seja uma escapadinha rápida);
- alimentação saudável (gosto de testar coisas simples e gostosas);
- mergulho (sim, eu amo o mar!).
E, quando dá, eu gosto de ler conteúdos ligados a desenvolvimento pessoal, propósito e carreira.
Curiosidade rápida: meu “combustível” muitas vezes é um combo de boa conversa + café + uma caminhada ou corrida!
4. Sabe aquele fato sobre você que é inesperado ou que você sempre conta quando conhece alguém legal e quer fazer amizade? Conta aí a sua curiosidade aleatória!
Uma curiosidade que quase ninguém imagina: eu escolhi estudar TI antes mesmo de ter colocado as mãos em um computador. 😂
Eu tinha visão de futuro e pensei: “É isso!”. Hoje, eu olho para trás e penso que Deus já estava guiando meus passos, mesmo quando eu ainda não entendia direito o caminho.
5. Você tem alguma mania nos estudos?
Tenho, sim: sou a pessoa dos post-its e das marcações e gosto de explicar em voz alta, como se eu estivesse dando aula (às vezes eu mesma me entretenho 😂).
E outra mania: se o conteúdo trava, eu faço uma pausa curta, tomo água, caminho um pouco e volto — porque cérebro cansado não rende.
Questões sobre trabalho e estudos – Professora Patrícia Quintão
Você sabia que a jornada da professora Patrícia Quintão começou aos 18 anos? Naquela época, ela havia acabado de ingressar no curso de Bacharelado em Informática (hoje conhecido como Ciência da Computação), na Universidade Federal de Viçosa (UFV), e tinha passado recentemente pelo falecimento de seu pai.
Apesar do luto e de todos os desafios da época, ela conquistaria, já em sua primeira tentativa, a aprovação! Além dessa, muitas outras se somariam, até que fosse aprovada no cargo que exerce atualmente.
Confira abaixo mais detalhes sobre a trajetória acadêmica e profissional da professora Patrícia Quintão!
1. Além do Gran, você tem uma carreira na qual atua profissionalmente?
Sim! Além de atuar como professora de Tecnologia da Informação (TI) no Gran (Pós-Graduação, Graduação e cursos voltados para concursos) e na Soul Code Academy, eu atuo como Analista Legislativa na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na área de Governança de TI.
Também exerço atividades como Estrategista de SEO (Search Engine Optimization), contribuindo na definição e aplicação de estratégias para alavancar o tráfego orgânico das empresas, e sou CIO do Quebrando Tabus, um projeto em que eu consigo unir tecnologia, carreira e propósito — sempre com o coração no que faz sentido.
Ainda, sou escritora e atuo como Personal & Professional Coach, com mentorias (especialmente para concursos e desenvolvimento profissional).
E, para fechar a conta e manter a sanidade, eu tento cuidar do meu “pacote saúde mental”: pilates/musculação/corrida, uma alimentação mais equilibrada e tempo de qualidade com a família. Nem sempre perfeito, mas sempre com intenção — e com Deus no comando.
Eu escolhi estudar para a carreira de TI (Tecnologia da Informação) antes mesmo de ter tocado em um computador e, muito menos, ter acessado a internet, que nem estava disponível para uso comercial no período! 😄
Enxerguei que o futuro passaria por ali e decidi: “É por aqui”. Com o tempo, a vida foi confirmando que a tecnologia é um mundo de aprendizado infinito, que resolve problemas e abre portas incríveis — para nós e para os outros.
Hoje, percebo que a TI é, acima de tudo, uma ferramenta para transformar vidas por meio da educação. Carrego comigo o lema “mude sua mente, mude sua vida”: quando aprendemos o método certo, mantemos a constância e — no meu caso — deixamos Deus guiar os passos, a realidade se transforma. No fim das contas, quando usamos o conhecimento para servir e construir, o trabalho ganha um sentido totalmente novo.
Leia mais sobre a história profissional da professora Patrícia Quintão na carreira de TI!
Sou mestre em Engenharia de Sistemas e Computação pela Coppe/UFRJ, especialista em Gerência de Informática e bacharel em Informática pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). E eu sou do time que acredita que a formação não para: além dos títulos, sigo estudando sempre — a tecnologia muda, o edital muda, a vida muda… então a gente vai junto. 🙂
Meu maior desafio:
Em meio à dor da perda do meu pai, quando eu tinha 17 anos, decidi começar a estudar para concurso público.
Ao iniciar o curso superior na UFV, após apenas um mês de aulas, infelizmente perdi meu pai, que tinha apenas 47 anos. A morte foi repentina, decorrente de um acidente fatal que causou traumatismo craniano após uma queda. Até então, eu era apenas estudante — e, naquele momento, tomei a decisão de buscar estabilidade por meio de um concurso público.
Comecei, então, um estágio na área de Informática, como Assistente de Analista de Sistemas. Ao completar 18 anos, resolvi encarar o primeiro concurso da minha vida: o do BEMGE, para escriturária. Logo de cara, fui aprovada, nomeada e iniciei o trabalho, conciliando-o com os estudos na UFV.
Essa experiência foi muito gratificante, mas nada fácil. Enfrentei muitas “tempestades” para conciliar o emprego com as aulas da universidade. Sempre tive Deus presente em minha vida, guiando-me e iluminando meus passos. Além disso, sempre fui muito determinada, com pensamentos positivos, e nunca medi esforços para realizar meu grande sonho.
No último ano do curso, fui convidada a trabalhar na Superintendência do BEMGE em Juiz de Fora e prontamente aceitei o desafio. Nessa época, eu trabalhava pela manhã no banco e viajava duas horas de carro até Viçosa para assistir às aulas à tarde, retornando no mesmo dia para Juiz de Fora. Em alguns momentos, fui uma “aluna virtual” — mas virtualmente dedicada e totalmente comprometida com o curso.
Quando me formei na UFV, em 1996, decidi sair do BEMGE, pois não havia perspectivas de atuar na área de Informática. Fiz vários concursos em seguida, sendo aprovada na maior parte deles, o que me permitiu escolher aquele que melhor se alinhava aos meus desafios profissionais.
Outros desafios que também me marcaram:
Entrar e crescer em uma área ainda muito masculina.
Precisei provar minha competência mais vezes do que eu gostaria. No mercado profissional, enfrentei momentos difíceis, ouvindo comentários como: “Por que ela foi a escolhida?”, “Está na vaga por apadrinhamento”, “É protegida de fulano”.
Graças a Deus, meu mérito sempre foi fruto de muito estudo disciplinado, profissionalismo, evolução na carreira de TI, persistência, foco e aprovação em concursos — o que invalidava todos esses comentários.
Nunca ter tempo integral para os estudos.
Aproveitava cada momento livre, quando não estava no trabalho ou dedicada ao meu filho.
Buscar recursos para crescer na carreira.
Investi em cursos de especialização, certificações profissionais e formação contínua.
Conciliar maternidade e vida profissional.
Um exercício constante de organização, prioridades e amor.
E, por fim, um desafio que pouca gente comenta: aprender a desacelerar.
Durante muito tempo, achei que ser forte era dar conta de tudo. Hoje entendo que ser forte também é saber pedir ajuda, ajustar a rota e respirar.
Mesmo diante de tantos desafios, acredito que a profissão na área de Tecnologia é extremamente gratificante e, sim, possível de conciliar com a maternidade e com outros papéis que escolhemos viver.
Eu gosto de pensar que eu estou no caminho certo e em constante evolução. Trabalhar com TI na ALMG é uma conquista enorme, e dar aula no Gran é uma realização que me deixa muito feliz.
Mas “cargo dos sonhos”, pra mim, não é só o nome do cargo — é o conjunto: impacto + equilíbrio + propósito. E eu sigo ajustando isso todos os dias, com gratidão e pé no chão.
Minhas táticas (testadas na vida real!) foram:
- Constância acima da intensidade: estudar um pouco todos os dias vale mais do que “sumir” e tentar recuperar depois.
- Questões, questões e mais questões (com análise dos erros).
- Plano simples e executável: melhor um planejamento possível do que um perfeito que ninguém cumpre.
- Revisão inteligente (principalmente do que eu errava).
- E uma coisa sutil, mas real: fé e propósito ajudam muito nos dias em que a disciplina balança.
Tudo que envolvia lógica, tecnologia e resolução de problemas sempre fluiu melhor para mim. Eu gosto do raciocínio do tipo “se A acontece, então B precisa funcionar assim”.
8. Em quais matérias você teve mais dificuldade enquanto estudava?
Eu sempre fui mais “de exatas”, então, quando apareciam matérias muito decorativas ou com muita leitura seca, eu sentia mais dificuldade.
Mas a boa notícia é: dificuldade não é sentença — é apenas um sinal de que você precisa de método (e repetição).
A docência foi uma daquelas coisas que começaram “naturalmente”. Eu sempre gostei de explicar, organizar ideias e ajudar pessoas a entender aquilo que parecia difícil. Quando percebi, eu já estava ensinando — e aí veio a paixão: ver alguém que dizia “não nasci para TI” conseguir aprender, acertar e passar. Isso não tem preço.
Dou aulas desde 2008. E, sim, faz diferença. O tempo nos ensina a explicar melhor, a prever dúvidas, a simplificar o difícil e a entender que cada aluno tem seu ritmo. Mas uma coisa não muda: a alegria de ver a evolução dos nossos alunos. 🙂
Eu amo quando o aluno pensa “não vou conseguir” e, algumas semanas depois, manda mensagem dizendo: “acertei!” ou “passei!”.
Ensinar é isso: traduzir o difícil, organizar o caminho e andar junto. É o tipo de trabalho que retorna em forma de propósito todos os dias.
Dentro do Gran, eu gosto de dizer que vivo “em três salas de aula”: dou aulas das disciplinas de Informática e de Tecnologia da Informação para concursos, na graduação e na pós-graduação — porque ensinar tecnologia da informação em diferentes níveis é uma das coisas que mais me realizam. 😄
Eu não negocio com a falta de motivação — eu negocio com a meta do dia. Nos dias ruins, aplico a regra do mínimo viável: faço o que dá (nem que sejam 30 minutos bem feitos). E, muitas vezes, depois que começo, a motivação aparece no caminho.
E, quando preciso, lembro do meu porquê, faço uma oração simples e sigo. Um passo por vez.
Uma grande conquista foi ter sido aprovada em concursos importantes e construir uma trajetória sólida em TI — mas, honestamente, uma das maiores vitórias é ver alunos e mentorados conquistando a aprovação e me dizendo que mudaram de vida. Isso me lembra que o que eu faço tem propósito.
15. Por fim, que dica você daria para si mesmo quando começou?
Eu diria: “Você não precisa provar nada para ninguém. Você só precisa ser constante.” E completaria: pare de se comparar; estude com método; descanse sem culpa. E não desista nos dias comuns, porque é neles que a aprovação nasce.
Hoje colho os frutos de toda a dedicação e persistência nos estudos, tenho estabilidade financeira e posso usufruir de maior convivência com o meu filho. Também consigo realizar atividades de meditação e esportivas, que adoro!
A dica final é: persista, insista e nunca desista dos seus sonhos! Não parar diante das adversidades e do desânimo é o grande segredo do sucesso. Compare-se com você mesmo, e não com os outros. Só não passa em concurso público quem desiste! Vamos juntos!
Conheça seu Professor: entrevista em vídeo com Patrícia Quintão
Quer saber mais detalhes sobre a incrível história de Patrícia Quintão? Confira a entrevista em vídeo realizada pelo CEO do Gran, Gabriel Granjeiro, com a professora!
allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share” referrerpolicy=”strict-origin-when-cross-origin” allowfullscreen>Está iniciando sua trajetória no mundo dos concursos públicos? Leve este guia com você!
Estude com a professora Patrícia Quintão
Confira abaixo cursos e outros conteúdos nos quais a professora Patrícia Quintão participou diretamente!
O que é a Série “Conheça o seu Professor”?
Por meio de entrevistas, a Série “Conheça o seu Professor” pretende aproximar ainda mais os alunos dos professores que diariamente participam das jornadas de aprovação por meio de materiais, videoaulas, lives!
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