Concurso CGU para nível médio e superior pagará até R$ 15 mil!

Concurso CGU para nível médio e superior

Controladoria-Geral da União (Concurso CGU 2016)

A Controladoria-Geral da União (Concurso CGU para nível médio e superior) contará com autorização para realizar concurso para nível médio e superior em breve. Segundo o próprio órgão, apesar da informação do Ministério do Planejamento, de que os órgãos teriam que reapresentar os pedidos de concurso feitos no ano passado, a controladoria afirmou que as suas demandas continuarão a ser analisados no âmbito das solicitações já feitas.

O pedido do concurso tramita no site protocolo integrado, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Com andamentos em dezembro de 2015, o pedido de autorização do concurso foi retomado e só na tarde do dia 11 de janeiro de 2016 teve diversas movimentações. Uma das mais importantes foi na Coordenação-Geral do Setor de Articulação Governamental, onde teve seu nível geral alterado para restrito, uma sinalização positiva, pois todos os concursos já autorizados este ano seguiram tal rito; e a outra foi uma anexação de algum documento dentro da mesma pasta. O processo foi recebido ainda pelos Secretários da Segep, uma das últimas instâncias para que possa ter a portaria de autorização publicada no Diário Oficial da União (veja abaixo). 

Com isso, cresce a expectativa que, mesmo com o anúncio da suspensão dos concursos para o exercício de 2016, o certame que proverá vagas para a CGU seja autorizado, tendo em vista a necessidade de pessoal do órgão. Para o Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon Sindical),  o governo deve abrir exceção e autorizar o certame, sob o risco de descuidar da área que combate a corrupção e avaliar os programas de governo nos diversos setores.

O órgão executa trabalho imprescindível de fiscalização do dinheiro que é transferido para estados e municípios. O desvio de recursos é estimado em R$ 100 bilhões por ano, segundo estudo da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp). O governo adotou várias medidas para cortar gastos, mas nada contra esses desvios, o que traria economia. Ainda segundo o sindicato da categoria, o órgão trabalha com apenas 43% de seu quadro preenchido, o que tende a se agravar com base no estudo do próprio MPOG, de que, nos próximos três anos, 25% dos analistas estarão em condições para se aposentar, ou seja, 412 servidores.

Com a eliminação do abono de permanência, cerca de 15% dos servidores vão pegar suas coisas e irão para casa. A Unacon está encaminhando pedido de audiência pública na Comissão de Legislação Participativa da Câmara e promovendo atos públicos a favor do concurso. O governo precisa de equipes em campo para saber se o objetivo de seus programas sociais e de saúde, por exemplo, estão sendo mantidos. A falta de pessoal compromete muito o trabalho, porque não se pode fiscalizar a distância, além das áreas em que atua de forma mais intensa, como a da Lei de Acesso à Informação e transparência pública.

Com ganhos de até R$ 15.376,70, caso o concurso seja uma exceção, graduados com qualquer formação poderão concorrer ao cargo de analista de finanças e controle. Já no quadro do PGPE, serão oferecidas oportunidades a arquiteto – quatro vagas; engenheiro civil- cinco; engenheiro eletricista- duas; e engenheiro mecânico- duas; além de 40 vagas de administrador, oito de médico/20h, duas de assistente social, duas de psicólogo e 12 de contador. 

Caso sejam aprovadas, serão 1.573 oportunidades em disputa, o que deverá atrair muitos interessados, principalmente pelo órgão proporcionar ganhos um tanto atraentes: R$ 6.065,36 para o nível médio e R$ 15.376,70 para graduados em qualquer formação, que poderão concorrer ao cargo de analista de finanças e controle. A julgar pela carência da CGU, a expectativa é que novas vagas possam ser solicitadas ao longo da validade do certame. Isso porque, segundo o Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon Sindical), a CGU atua com 2.045 analistas e técnicos, quando necessitaria de 5 mil. Os servidores representam 40% do quadro de pessoal, que fixa um quantitativo ideal de 3 mil analistas e 2 mil técnicos. Logo, mesmo que as 1.573 vagas sejam aprovadas, ainda é insuficiente. Até mesmo porque cerca de 20% estarão em condições de aposentadoria em dois anos.

Detalhes:

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