Gabriel Granjeiro

Um SIM pode mudar TUDO!

Um SIM pode mudar TUDONUNCA permita que uma pessoa te diga NÃO se ela NÃO tem o poder de dizer SIM.”

Eleanor Roosevelt

Um dos maiores desafios de qualquer pessoa disposta a atingir metas ambiciosas é saber dizer os “nãos” necessários ao longo de sua trajetória. Um estudante precisará dizer “não” a um convite tentador para uma festa; um atleta precisará dizer “não” a alimentos não saudáveis ou com potencial de diminuir o seu rendimento em uma competição importante; um empreendedor precisará dizer “não” toda vez que receber pedidos descabidos. Assim é a vida. Muitas vezes, dizer “não” é mais do que preciso; é imprescindível, não importa o quão chato isso possa parecer. Nas sábias palavras de Steve Jobs, “foco é saber dizer ‘não’”.

Um único “sim” pode mudar completamente o rumo da sua caminhada e fazer você mais feliz do que sequer imaginava possível. O universo precisa de um “sim” na hora certa; de um “sim” divisor de águas; de um “SIM” em maiúsculas, de tão poderoso.

Todavia, por mais que seja fundamental dizer “não” quando oportuno, a verdade é que TUDO começa com um SIM. Jamais se esqueça disso, minha amiga, meu amigo. Um único “sim” pode mudar completamente o rumo da sua caminhada e fazer você mais feliz do que sequer imaginava possível. O universo precisa de um “sim” na hora certa; de um “sim” divisor de águas; de um “SIM” em maiúsculas, de tão poderoso.

Se temos de dizer “não” de vez em quando, é justamente porque decidimos dizer “sim” para algo maior e mais relevante. Existem vários tipos de “sim” que podem mudar nossa vida. Há o “sim” para o casamento, o “sim” para uma nova vaga de emprego, o “sim” para um jantar especial, o “sim” para ter filhos, o “sim” para os estudos. Alguns desses “sins” são particularmente difíceis de pronunciar, porque nossos medos parecem ser mais fortes do que nossa vontade de abraçar a decisão que tomamos. Nossos mais profundos receios parecem querer dizer “não” em nosso lugar.

Da mesma forma, ao dizer “sim” para a opção do concurso público, o candidato terá de dizer “não” para atividades que atrapalhem o compromisso que firmou consigo mesmo.

Perceba que, ao dizermos “sim” para decisões do nível das que acabamos de mencionar, precisaremos necessariamente dizer “não” para outras, muitas vezes menos significativas, felizmente. Quando, por exemplo, uma mulher é pedida em casamento e responde “sim”, ao mesmo tempo estará dizendo “não” para outros relacionamentos. (A tarefa de se manter firme nas negativas que vierem depois desse “sim” pode, aliás, se mostrar mais difícil do que e a mulher imaginava.) Da mesma forma, ao dizer “sim” para a opção do concurso público, o candidato terá de dizer “não” para atividades que atrapalhem o compromisso que firmou consigo mesmo. Deixará, então, de ir àquela festa de arromba marcada para o dia anterior à prova, faltará ao churrasco semanal da família, adiará por tempo indeterminado o cinema de domingo com a namorada.

Todos sabemos que dói dizer tantos “nãos”. Para administrar melhor os sentimentos ruins que acompanham tantas negativas, o concurseiro precisa compreender que não se trata simplesmente de dizer “não” para a festa, para o churrasco, para o cinema em si; trata-se, na verdade, de preservar o “sim” dito para compromisso anterior e mais valioso. Todo “sim” importante é acompanhado de vários desses pequenos “nãos”. É muito, muito importante ter isso em mente.

Nós todos – e o concurseiro em especial – precisamos ser sábios para reconhecer quando é hora de proferir um “sim” valioso. Não é razoável ter medo de dizer “sim” quando essa for a melhor opção, e não devemos nos tornar escravos do “não”.

Eu, Gabriel, sou empreendedor, vendedor de cursos e realizador de sonhos, e é por isso que treino todos os dias a difícil arte de trabalhar a relação das pessoas com o “sim”. Seja na empresa, seja nos eventos do Gran Cursos Online, seja na rua, eu me policio para ajudar todos que me abordam a formatar seus questionamentos segundo uma ótica voltada ao “sim” que pode mudar vidas. Costumo perguntar a essas pessoas: “Você quer estabilidade financeira, certo?”; “Você quer um emprego que dê segurança para você e seus familiares? Sim ou sim?”; “Você quer uma carreira com muitos benefícios? SIM, correto?”; “Precisa se cercar de pessoas que ajudem você a realizar o sonho da conquista da carreira pública, correto?”. E por aí vai. Note que todas as perguntas têm viés afirmativo. A ideia é inspirar, provocar emoções positivas e que despertem o gigante que há dentro de cada um de nós, transformando aparentes negativas em afirmativas empoderadoras.

A ideia é inspirar, provocar emoções positivas e que despertem o gigante que há dentro de cada um de nós, transformando aparentes negativas em afirmativas empoderadoras.

Conheço gente que vai na outra direção, abordando seu interlocutor com perguntas como: “Você não está bem, está?”; “Você está triste, não é verdade?”; “Você não está aproveitando a vida, né?”; “Você não isso”; “Você não aquilo”… Reparou como os questionamentos são de conteúdo negativo? Adotar visão de mundo tão nociva assim é muito chato e chega a ser irritante. Não ajuda em nada, nem a esticar a conversa, nem a incentivar o interlocutor. Abordagens como essas apenas desagregam, enfraquecem amizades, desmotivam a colaboração de grupos, repelem paixões e amores. Essa tendência de se apegar sempre ao ruim torna a pessoa um ser insuportável, inconveniente, inoportuno, abominável. Com certeza você conhece alguém assim. (Se quer um conselho, afaste-se dele o quanto antes!)

Quando um aluno me procura para lamentar mais uma reprovação, ouço atentamente o que ele tem a dizer e, colhendo das entrelinhas sua confissão de que não deu o melhor de si, abro mão de perguntar por que ele não estudou o bastante ou não se dedicou como deveria. Em vez disso, pergunto o que ele tem feito para que a próxima tentativa produza melhores resultados. Questiono como ele tem trabalhado para resolver os seus problemas de forma a garantir a aprovação no certame seguinte. Faço isso porque, às vezes, o melhor que temos a fazer, na qualidade de conselheiros, é ouvir e ficar em silêncio; mas, se a decisão for por falar, é nosso dever escolher palavras significativas e capazes de fortalecer e inspirar nosso interlocutor. Nossa experiência e nosso conhecimento acumulado devem servir ao outro, sim, mas pelo modo certo, seja ele o silêncio compreensivo ou a fala edificante.

Você já ouviu e leu inúmeras mensagens minhas produzidas com o intuito de incentivar, despertar a motivação para os estudos, listar as mais bem-avaliadas técnicas de estudo; enfim, auxiliar na difícil arte de perseverar até a conquista da vaga no serviço público. Busco, dia após dia e a todo instante, aprender mais sobre os desejos, os medos e as dificuldades dos nossos leitores, seguidores, alunos. Minha intenção é produzir mensagens encorajadoras e sinceras, construídas com palavras minuciosamente escolhidas para traduzir ideias positivas e virtuosas, baseadas em mais “sins” do que “nãos”. Afinal, reconheço que palavras têm imenso poder e acredito que quem fala demais e sem pensar pode acabar destruindo o outro e a si próprio.

Quero deixar claro que respeito todos os tipos de crença, inclusive a ausência dela. Não tenho a pretensão de converter ninguém a esta ou àquela religião, mas gosto muito de uma passagem bíblica que tem tudo a ver com o tema desta nossa conversa. Por isso vou narrá-la brevemente e para fins exclusivamente didáticos:

Conta-se que Jesus caminhava rumo a Jericó quando passou por um homem cego que estava pedindo esmolas. O filho de Deus se aproximou do cego e perguntou: “O que você quer que eu faça?”. Ora, a resposta era um tanto óbvia; Jesus parecia até agir sem noção, se analisarmos friamente. Era claro que o cego desejava ser curado, mas Jesus queria ouvi-lo dizer isso. O homem respondeu: “Eu quero ver, Senhor”. Foi atendido.

Essa pequena história nos ensina que, às vezes, precisamos pedir algo formalmente, dizendo “sim” para o que queremos, ou nada vai acontecer. Diga “sim” mesmo que ele pareça óbvio no contexto. Diga “sim” para o que realmente importa. Para o cargo dos seus sonhos. Para a compra da sua casa própria. Para tudo que você pode e merece conquistar. Diga “sim” para a coragem e “não” para o medo, lembrando que o primeiro “sim” impõe o segundo “não”, pois coragem e medo são mutuamente excludentes.

Não conheço ninguém que tenha se arrependido de ter dito “sim” para algo que acabou por mudar a sua vida para melhor. Acredite: o “sim” é uma palavra de poder incalculável.

Então vamos em frente, calorosos e generosos, para continuarmos merecendo tudo de bom que a vida tem reservado para nós.

Vamos dizer “SIM” para as oportunidades da vida? Sim ou sim?

Se concorda com esta mensagem, comente abaixo: “Eu digo sim!”.

SIM, meu Deus. Que se possa dizer SIM.

Clarice Lispector

PS: Siga-me (moderadamente, é claro) em minha página no Facebook e em meu perfil no Instagram. Lá, postarei pequenos textos de conteúdo motivacional. Serão dicas bem objetivas, mas, ainda assim, capazes de ajudá-lo em sua jornada rumo ao serviço público.

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Gabriel Granjeiro – Diretor-Presidente e Fundador do Gran Cursos Online. Vive e respira concursos há mais de 10 anos. Formado em Administração e Marketing pela New York University, Leonardo N. Stern School of Business. Fascinado pelo empreendedorismo e pelo ensino a distância.

 

 

 


 

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