Como vencer o mal?

Gabriel Granjeiro


25 de Maio de 2020 6 min. de leitura

O mal é uma realidade. Pode contaminar as relações humanas a qualquer momento, afligindo-nos em todos os campos: financeiro, sentimental, emocional, espiritual. Quando não é evidente em tragédias, catástrofes, doenças, maledicências e ilícitos cruéis, está por aí, disfarçado de boa vontade, travestido de boas ações. Isso quando não se manifesta por meio da inveja, do orgulho, do ódio, da vaidade, da vingança… Que somos vítimas dele, é fato, mas também é inegável que, consciente ou inconscientemente, o praticamos.

Uma das grandes dúvidas que nos acompanham desde o momento em que adquirimos consciência como seres racionais diz respeito à essência da bondade e da maldade. Grandes pensadores já se debruçaram sobre o tema. O filósofo Jean-Jacques Rosseau, por exemplo, concluiu que o homem nasce bom, e é sua caminhada na sociedade que pode corrompê-lo. No outro extremo, Thomas Hobbes defendia que o homem é originalmente mau e egoísta, sendo necessário um Estado opressor para controlar-lhe os impulsos e as vontades. Santo Agostinho (354-430), por sua vez, entendia que, “se o bem vem de Deus, o mal se origina de ausência do bem e só pode ser atribuído ao homem, por conduzir erroneamente as próprias vontades”. Na filosofia de Baruch Spinoza, as concepções de bem e mal são relativas: o que é bom para mim pode não sê-lo para você. Até Shakespeare abordou o assunto; em sua peça mais conhecida, Hamlet reflete: “As coisas em si mesmas não são nem boas nem más, é o pensamento que as torna desse ou daquele jeito”. Por fim, segundo o dramaturgo francês Charles de Musset, “o mal existe, mas nunca sem o bem, tal como a sombra existe, mas jamais sem a luz”.

Ora, se é tão difícil apenas definir o que é o mal; se foge a nossa compreensão a mera natureza dele, como podemos nos propor combatê-lo? Mais: por que devemos assumir o compromisso de lutar contra ele?

Veja bem, amigo leitor: não sou padre, pastor nem filósofo; tampouco me considero um profundo estudioso das escrituras. Além disso, como vimos, a maldade, particularmente a humana, já foi objeto da análise de sábios tão grandiosos, que preciso ter humildade para admitir minha provável incapacidade de, querendo escrever sobre o assunto, sequer chegar perto do que a literatura nos legou ao longo dos séculos. A matéria é complexa, e, sobre ela, deparamos com opiniões de todos os tipos, a depender de crença, fé, religião ou formação. Ainda assim, quero aqui dar minha pequena contribuição para o debate. Penso que, independentemente da origem e da relatividade do mal, da mesma forma que apenas a luz é capaz de acabar com a escuridão, só existe uma coisa capaz de vencer a maldade: praticar o bem.

Uma pessoa virtuosa, propensa a fazer o bem, costuma ter sólidos valores éticos e morais. A ética e a moral são, de fato, poderosas quando se trata de identificar com mais facilidade o que é negativo para a coletividade e de combater a maldade pela raiz. “O esforço para compreender é o fundamento da virtude”, registrou Spinoza. Isso faz do conhecimento o maior bem ligado à ética, percebe? E qual é o conhecimento mais importante que precisamos ter se quisermos alcançar essa virtude? Penso que seja o conhecimento de nós mesmos, de nossas próprias emoções.

Diferentemente do que supõem muitos microeconomistas, com seus ensaios baseados na lógica, o homem não é um ser inteiramente racional. Ele é, na verdade, altamente influenciado pelas emoções. A gestão – ou a ausência dela – de nossos sentimentos pode nos levantar ou derrubar, nos levar a fazer o bem ou a propagar o mal. Sentimentos envolvendo vingança, vaidade ou raiva podem perfeitamente ser o berço para o mal e atrasar nossa vida. Se você foi vítima de fofocas, por exemplo, ansiar por vingança pode atrapalhar ainda mais a realização dos seus objetivos, porque o torna escravo desse rancor. Entendo que a melhor reação seja exatamente a oposta: desejar tudo de bom para os maledicentes. Da mesma forma, se, quando criança, você sofreu pela falta de amor dos pais, o ideal é fazer o bem hoje, sendo um exemplo de mãe ou pai amoroso para com seus filhos.

Você pode contra-argumentar, dizendo que não é lá muito factível agir dessa forma na prática, quando somos tomados por sentimentos ruins. Emoções como raiva apenas surgem, independentemente da nossa vontade. Minha réplica é: na hora H, apenas faça a sua parte. Sei que é muito difícil transformar essas palavras em ação. É mais fácil falar do que efetivamente perdoar, amar e fazer o bem ao inimigo ou a alguém que nos tenha ofendido, caluniado, agredido. Contudo, na minha visão, devemos ao menos tentar não desejar o mal ao outro e, em vez disso, fazer um esforço em benefício dele. Acredito de verdade que mais sofre quem odeia do que a vítima do ódio. O malfeitor bebe a maior parte do veneno que produz. Se é assim, cabe a nós combater o mal com o bem, seja porque é o certo a fazer, seja porque é melhor para nós mesmos.

Indiscutivelmente um dos maiores exemplos de autocontrole que já passaram pela Terra, Mahatma Gandhi deixou uma grande lição sobre o tema, que foi incluída no livro “A virtude da raiva”. Certa vez, quando tinha nove anos de idade, o neto do sábio, Arun Gandhi, chorando, confessou ao avô que sentia raiva o tempo todo e não sabia o que fazer a respeito disso. Gandhi, então, contou-lhe a história de um garoto mais ou menos da idade do neto, que estava zangado porque nada parecia acontecer do jeito que ele queria. A criança não conseguia reconhecer o valor do ponto de vista das outras pessoas, então, quando implicavam com ela, reagia com acessos de raiva. A essa altura, o neto de Gandhi já suspeitava ser ele o tal menino, mas continuou escutando, atento. O avô continuou: “Um dia, ele se meteu numa briga feia e acidentalmente matou alguém. Num momento impensado de cólera, destruiu a própria vida ao tirar a vida de outra pessoa.”

A história serviu como alerta, pois o avô sabia das confusões envolvendo o neto. No entanto, o desfecho da lição foi inusitado. Gandhi, aquele que surpreendeu o mundo ao responder à violência e ao ódio com amor e perdão, disse ao garoto que ter raiva é bom. “Eu sinto raiva o tempo todo”, assumiu. Aquilo parecia estranho. Arun nunca tinha visto o avô zangado. Gandhi explicou que aprendera a redirecionar a raiva para o bem. Segundo ele, essa emoção pode ser, para as pessoas, como o combustível é para o automóvel, fornecendo energia para o indivíduo seguir em frente e chegar a um lugar melhor. Sem um pouco de raiva, talvez não tivéssemos motivação para enfrentar certos desafios. A raiva deve ser entendida como uma grande força capaz de desencadear violência ou, administrada com sabedoria, nos ajudar a encontrar soluções com amor e verdade. Quem direciona a raiva a destruir o outro corre o risco de destruir a si mesmo, tal como o menino da história. Já quem a transforma em potência de agir, pode fazer o inimaginável, como combater um império sem nenhuma violência, tal qual fez o próprio Gandhi.

Surpreso, Arun descobriu que o avô, à época chamado pelo título honorífico Mahatma, havia sido uma criança rebelde. Pior: na juventude, roubara dinheiro dos pais para comprar cigarros, vivia se metendo em encrenca e fora rude até com a esposa, a quem ameaçara várias vezes de expulsão do lar. A diferença foi que, caindo em si e percebendo que não gostava nem um pouco de quem estava se tornando, decidiu moldar-se como uma pessoa melhor. Foi então que passou a se controlar mais e a redirecionar tudo dentro de si para o bem.

Lição semelhante é encontrada nas escrituras. Em Romanos 12:21, aprendemos que não devemos nos deixar vencer pelo mal, buscando vencer “o mal com o bem”. Textualmente, o conselho é “não se deixem vencer”, dando a entender que temos a capacidade dentro de nós de superar o mal. Como? Gerenciando nosso Eu, nossas emoções, e usando o autoconhecimento para praticar o bem.

Então é isto, concurseiro: faça o bem estudando, buscando conhecer-se melhor, ajudando o próximo, gerenciando as emoções, redirecionando os sentimentos aparentemente ruins para o amor e sem perder tempo com maledicências, vingança, rancor. Use o autoconhecimento para ao menos tentar converter sua energia, momentaneamente voltada para o mal, para fazer o bem. Haja o que houver, controle o impulso de conduzi-la para o outro caminho. O mundo agradecerá. O seu futuro – dentro e fora dos concursos – agradecerá. O seu Eu agradecerá.

Combinado?

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Gabriel Granjeiro – Diretor-Presidente e Fundador do Gran Cursos Online. Vive e respira concursos há mais de 10 anos. Formado em Administração e Marketing pela New York University, Leonardo N. Stern School of Business. Fascinado pelo empreendedorismo e pelo ensino a distância

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Comentários (84)

Avatar Leonardo 25 de Maio de 2020

Estou sentindo muita raiva do meu irmão. Muita raiva mesmo! Ele, pro gosto, deixou de andar e ficou parcialmente entrevado. A minha vida e dos meus outros três irmãos virou um inferno. O seu texto serviu de alerta para mim, esse sentimento está fazendo mal à minha saúde. Obrigado!

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Avatar Ariel Miranda 25 de Maio de 2020

Minha contribuição:
Hobbes “ O homem é o lobo do homem”
Jean Paul Sartre “O inferno são os outros”
Muito bom ! Gostei desse texto !
O bem sempre vencerá não importa quanto tempo leve.

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Avatar Juliana 25 de Maio de 2020

Muito obrigada, útil para mim, pois eu sou uma pessoa que briga por qualquer coisa e acabo ofendendo outras pessoas, mas estou mudando, conectando sempre com meu eu para ser uma pessoa melhor a cada dia.

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Avatar Gustavo Henrique de Barros 25 de Maio de 2020

Muito bom!!!reflexos para um futuro…

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Avatar Vera 25 de Maio de 2020

Gostei muito do texto.Vou começar a praticar não sentindo raiva nem rancor das coisas que ouço ou falam de mim.

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Avatar Paula 25 de Maio de 2020

Excelente texto. Obrigada

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Avatar Leonardo Soares 25 de Maio de 2020

Que texto fantástico, realmente muito bom!!! Textos como este realmente boa fazem refletir. Bora praticar!!!

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Avatar Clebson 25 de Maio de 2020

Muito válido ler o texto! Já venho a algum tempo trabalhando esses sentimentos e tentando mudar para melhor a forma de agir dentro de mim. Essas reflexões ajudam muito para que tem sonhos e metas a ser atingidas na vida. Obrigado!

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Avatar Jaira Elisandra 26 de Maio de 2020

Texto Maravilhoso!
Sem dúvidas nos agregou pensamentos e ações positivas que iremos levar para nossa vida pessoal e profissional.
Parabéns Gabriel 🙏🙌

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Avatar Ana Cristina SAntos 25 de Maio de 2020

Gabriel, falar e difundir o bem é sempre útil..

Seu texto ajuda-nos em nossa caminhada.

Retrata, ainda que indiretamente, os ensinamentos daquele Mestre tão grande que se fez tão pequeno, para tornar os pequenos, que somos todos nós, grandes…

Jesus, àqueles que queriam atirar pedras, alimentando o mal, o ódio, a vingança, a injustiça, disse-lhes: Ok, podem cumprir a sentença, porém, antes tenham coragem de mudar a base do julgamento…”Atire a primeira pedra, aquele que nunca errou.

Nesse contexto, aproveito ainda para degravar algumas falas de Augusto Cury:” que tenhamos coragem de mapear nossa história, que tenhamos coragem de encontrar nossos fantasmas ao invés de atirarmos pedras,de olhar para nossas mazelas e misérias, conhecendo a nós mesmos.
Perguntarmos ao nosso Eu diante de situações de ofensas, rejeição, criticas: “quem me ofendeu? Por que me ofendeu? em que circunstancias me ofendeu? Devo eu gravitar na orbita do meu ofensor?
Devemos bombardear nossa mente com perguntas, antes de reagirmos ao mal…

Enfim, Augusto Cury nos diz que devemos ser especialistas em pensar antes de reagir, pois a melhor resposta é não dar a resposta, ante o mal, silencie, revide com o bem…pois nossa Paz vale ouro!!…

Grande abraço, fiquem com Deus..:)

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Avatar Lorena 25 de Maio de 2020

Maravilhoso!! Textos como esse me fazem refletir sobre a importância do autoconhecimento e o quanto precisamos buscar e colocar em prática o que aprendemos.
Gratidão, Gabriel.

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Avatar Priscilla 26 de Maio de 2020

Muitoooo bacana. Obrigada

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Avatar Lucia 25 de Maio de 2020

Foi muito útil este artigo.

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Avatar Thiago de Sousa Ferreira 25 de Maio de 2020

Olha sem palavras para dizer o quanto foi útil esse artigo. Estava com sentimento de vinganças e rancor em meu coração, por causa de uma companheira de serviço que foi desleal comigo em ambiente de trabalho, a reflexão me trouxe a paz que eu precisa, e melhor, me fez lembrar da pessoa que eu sou. Obrigado

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Avatar Aline Torquata 26 de Maio de 2020

Olá, Gabriel. Acompanho o Gran Curso e o seu perfil no Instagram, parabéns pelo trabalho que tem feito.
Sobre a publicação… Quero dizer que ela foi muito útil para mim. A atitude de fazer o bem vale pra tudo na nossa vida.
Deus abençoe o teu trabalho, da sua equipe e de todos que estão se preparando para um o serviço público.

 Responder

Avatar Samuel 25 de Maio de 2020

Gostei muito!
Essas citações durante o texto❤.
Além disso, passei por um término bem chato. Estava e estou desanimado pelas minhas expectativas na ex, não esperava ela fazer o que fez logo depois do término. Devido a isso, acabei internalizando sentimentos horríveis em relação a ela. Esse texto me ajudou a esclarecer algumas coisas que eu já sabia, mas que eu havia simplesmente deixado de acreditar. Aos poucos me recupero!
Gabriel, Obrigado!

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Avatar Paula 25 de Maio de 2020

Parabéns, Gabriel, mais uma vez por essa reflexão. Concordo plenamente c vc. O maior prejudicado é quem abriga e acolhe o mal dentro de si. Está perdendo saúde, paz e consequentemente tempo de vida, além de se tornar uma pessoa desagradável.
Que Deus te abençoe cada vez mais.

 Responder

Avatar Wizes 1 de Junho de 2020

Texto maravilhoso!

Foi muito útil, obrigada por compartilhar.

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Avatar Elzilene Valentino da silva 25 de Maio de 2020

Parabéns!!! Como essas reflexões aumentam nossa alto estima!! Deus continue lhe abençoando.

 Responder

Avatar Josiane 26 de Maio de 2020

Parabéns pelo texto e pela reflexão que ele nos leva a fazer. Que Deus continue te abençoando cada dia mais!

Se cada um de nós, nos dispusermos a fazer/praticar o bem, com certeza, faremos com que parte deste mundo seja um lugar muito melhor.

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Avatar Diorgenes Edmundo De Almeida 25 de Maio de 2020

Foi muito útil. Obrigado!

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Avatar Raquel 26 de Maio de 2020

Maravilhoso!

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Avatar Ana 26 de Maio de 2020

Muito bom o texto! Obrigada por compartilhar! Continue escrevendo Gabriel! Poderia escrever um livro iria arrebentar ❤

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Avatar LISANDRA DE OLIVEIRA TUZIN 28 de Maio de 2020

Oiiiii ❣️ Gabriel.
Suas citações no texto fórum de grande valia para eu passar para minha filha e, o quão importante é para refletirmos sobre..

P.s. Segue algumas cotações no qual repito sempre para minha filha e amigos.

O Eu é o mestre do eu. Que outro mestre poderia existir?
Tudo existe, é um dos extremos.
Nada existe é o outro extremo.
Devemos sempre nos manter afastados desses dois extremos,
e seguir o Caminho do Meio.

Projetistas fazem canais,
arqueiros airam flechas,
artífices modelam a madeira e o barro,
o homem sábio modela-se a si mesmo.

Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas, depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão e que conduz ao bem e benefício de todos, aceite-o e viva.

Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.

Sua tarefa é descobrir o seu trabalho e, então, com todo o coração, dedicar-se a ele.

É a própria mente de um homem, e não seu inimigo ou adversário, que o seduz para caminhos maléficos.

Em nossas vidas, a mudança é inevitável. A perda é inevitável. A felicidade reside na nossa adaptabilidade em sobreviver a tudo de ruim.

Você, o seu ser, tanto quanto qualquer pessoa em todo o universo, merece o seu amor e sua afeição.

Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de o atirar em alguém. É sempre quem levanta a pedra que se
queima.

O segredo da saúde mental e corporal está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas viver sabia e seriamente o presente.

Existem três classes de pessoas que são infelizes: a que não sabe e não pergunta, a que sabe e não ensina e a que ensina e não faz.

Pratiquem a bondade, não criem sofrimento, dirijam a própria mente. Esta é a essência do amor.

Jamais, em todo o mundo, o ódio acabou com o ódio; o que acaba com o ódio é o amor.

 Responder

Avatar Napolyana 26 de Maio de 2020

Ótimo texto Rafael. Importante para refletirmos sobre o ser humano que queremos nos tornar, uma decisão diária, árdua que exige muito esforço, uma vez que, a tendência sejamamos honestos é retribuir na mesma moeda o que recebemos, porém sabemos que cada ação gera uma reação. E tudo, repito, tudo tem uma consequência, o resultado pode ser, positivo ou não, mas isso só o tempo dirá. Que Deus nos dê sabedoria, de modo que a colheita seja boa no final.

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Avatar Alaide 28 de Maio de 2020

Meu Deus, esse texto foi conspirador neste exato momento, só veio confirmar o meu sentimento de reflexao sobre o bem, que ultimamente tenho procurado refletir nas situações perversas que vem ao nosso encontro. Realmente o bem vence o mal, assim como amor vence o ódio.Tudo na vida é par e todos os dias temos que escolher em que lado queremos ficar.

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Avatar noe 29 de Maio de 2020

Muito bom.bonissimo

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Avatar Celia Botelho 29 de Maio de 2020

Nossa! Que texto maravilhoso, amei, parabéns, Muita sabedoria me ajudou muito.

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Avatar Rhuan 4 de Novembro de 2020

Adorei o texto! Muito obrigado pelas informações😍

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